Estudante relata ter sido vítima de abuso sexual por motorista de aplicativo

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Uma jovem de 19 anos, contou à polícia, que sofreu abusos sexual por motorista de aplicativo, durante uma corrida que deveria  ser de aproximadamente 20 minutos, mas levou mais de 5:00 horas.

O trajeto da estudante é comum para ela, já que seria de volta para sua casa, onde mora com amigas, saindo da na Praça John Graz, 784, no cento de São Paulo, onde estava em uma balada, com destino a Zona Oeste, em Pinheiros. Foi por volta das quatro da manhã do dia 24/02, na madrugada de segunda-feira.

A jovem foi à delegacia registrar. O (Boletim de Ocorrência) relatando tudo o que se lembrava, pois teve lapsos de memória durante o ocorrido, mas contou do que se lembrava.

Ela disse que em um determinado momento, acordou com o motorista do app junto com ela no banco de trás, a jovem não lembra em qual rua, mas sabe que ele estava com a calça abaixada.

A estudante disse a policia que despertou por volta das 14:00 horas em casa, porém não conseguia se lembrar de como chegou. Sentiu incômodo na genitália, então foi Hospital Pérola Byington, fez exames e recebeu coquetéis de medicamentos para tomar contra doenças sexualmente transmissíveis, DSTs

Para tentar lembrar-se de mais detalhes da corrida do táxi, ela verificou o aplicativo e confirmou o veículo, um Honda City preto, com valor o valor cobrado de R$ 109,07. Ao ver a foto do motorista do 99 Taxi, reconheceu imediatamente o motorista.

A estudante não recorda exatamente do estupro, disse que havia ingerido muita bebida alcoólica. O homem foi identificado pela polícia que detectou o horário em que esteve na Rua Teodoro Sampaio, em Pinheiros. 1ª Delegacia da Mulher registrou o caso como estupro de vulnerável.

A empresa 99 Táxi emitiu nora dizendo; “A 99 recebeu a grave denúncia da passageira envolvendo um motorista registrado na plataforma. Assim que soubemos do caso, banimos o motorista e mobilizamos uma equipe que manteve contato com a passageira para oferecer todo o acolhimento e suporte necessários”.

“A empresa está disponível para colaborar com as investigações da polícia.A plataforma lamenta profundamente o caso e reitera que repudia veemente esse tipo de violência. Temos uma política de tolerância zero em relação a isso.”

Fonte: R7

Silvia Cardoso
Silvia Cardoso
Professora Silvia, dou aulas no periodo vespertino e escrevo noticias nos sites da rede Maetips. Mãe de dois meninos, Lucas e Renato de 6 e 12 anos. Sejam muito bem vindos.

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