Sandra Bullock pede: “Não chame de ‘filho adotivo’, apenas ‘meu filho”

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Adotar é uma to de extremo amor, mas algumas pessoas ainda não entendem que um filho, independendo do modo como ele tenha chegado até a sua família, deve ser chamado apenas de ‘filho’.

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A atriz Sandra Bullock, em entrevista para a revista InStyle na edição de junho de 2018 falou sobre maternidade e que para ela o mais importante entre pais e filhos não é o DNA.

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Durante a entrevista, ela pediu uma maior compreensão dos direitos das mulheres sobre seus próprios corpos e o fim da frase “meu filho adotivo”.

“Não fale comigo sobre o que eu posso ou não fazer com o meu corpo até que você cuide de todas as crianças que não têm uma casa ou é negligenciada ou abusada”, explicou emocionada.

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“Vamos todos nos referir a essas crianças como ‘nossos filhos’. Não diga, ‘meu filho adotivo’. Ninguém chama o filho de ‘filho de fertilização in vitro’ ou ‘filho de uma noite no bar’, então, vamos apenas dizer: ‘nossas crianças’”.

Sandra também falou sobre a diferente personalidade de seus filhos Louis, 8 anos e Laila, 5 anos.

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“Lou é super sensível, sábio e gentil. Já Laila não tem medo. É uma lutadora e essa é a razão pela qual ela está aqui hoje”, conta.

“Quando você adota uma criança, há um período de veiculação e, se algo der errado, eles têm o direito de levar a criança embora. São seis meses cansativos”, explica ela.

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