O médico Neandro Schiefler foi preso na cidade de Praia Grande, no litoral do estado de São Paulo, após permanecer foragido por aproximadamente um ano. A detenção ocorreu em cumprimento a uma ordem judicial já emitida pelas autoridades competentes.
Schiefler havia sido condenado em processo criminal relacionado a acusações de violência sexual contra pacientes que estavam sob sedação durante atendimentos médicos realizados na cidade de Itajaí, em Itajaí. Após a sentença, ele deixou de ser localizado, passando a ser considerado foragido pela Justiça.
A captura foi possível graças ao uso de tecnologias de reconhecimento facial, que auxiliaram as forças de segurança na identificação do médico em via pública. A partir da confirmação dos dados, equipes policiais realizaram o cumprimento do mandado de prisão expedido anteriormente.
De acordo com informações do processo, os fatos investigados teriam ocorrido em contexto de atendimento clínico, envolvendo pacientes em estado de vulnerabilidade devido à sedação. O caso foi tratado sob sigilo judicial, com a preservação da identidade das vítimas e a restrição de detalhes que possam permitir sua identificação.
Após a prisão, o médico foi encaminhado às autoridades responsáveis para os procedimentos legais cabíveis, incluindo registro da ocorrência, confirmação da identidade e comunicação ao sistema judiciário. Ele deve permanecer à disposição da Justiça enquanto o caso segue em tramitação.
A localização do foragido em Praia Grande marca um novo desdobramento do processo, que já vinha sendo acompanhado pelas autoridades desde a condenação. O uso de ferramentas tecnológicas para identificação de pessoas procuradas tem sido adotado em diferentes operações de segurança pública.
O caso segue em andamento no sistema judicial, que deve conduzir as próximas etapas relacionadas ao cumprimento da pena e demais determinações legais. As investigações originais permanecem sob responsabilidade das autoridades competentes em Santa Catarina, onde os crimes teriam ocorrido.