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Mãe que perdeu bebê após parto com anestesia: “É um monstro”

O caso revoltante que surpreendeu a todos na madrugada do último domingo (11/07), em que o médico anestesista foi preso em flagrante, por estupro de uma parturiente, ainda vai mais longe.

 

Uma jovem de 23 anos, procurou a polícia junto com a família para contar que deu à luz no mesmo hospital em que o anestesista Giovanni Quintella trabalha, para contar que também foi sedada na cesária e que o médico anestesista i o mesmo que viu nas notícias  sobre a  prisão em flagrante.

 

A mulher que procurou a Delegacia  da Mulher para contar o ocorrido durante sua internação no Hospital da Mulher Heloneida Studart é a vendedora Thamires Souza Reias da Silva Ribeiro. 

 

Grávida de gêmeos, deu entrada na unidade hospitalar na Baixada Fluminense para dar à luz, mas para surpresa da família e também dela. No dia 5 de julho, um dos gêmeos nasceu no dia 5 de parto normal, a surpresa aconteceu no dia seguinte em que precisou fazer cesárea para ter o segundo bebê, mas infelizmente ele não resistiu e morreu um dia depois de nascer, no dia 7 de julho.

 

Segundo a cabeleireira Rosangela Souza Reis, mãe Thamires, quando terminou a cesárea, a filha estava sedada e só acordou no dia seguinte, mas um detalhe chamou a atenção, Thamires estava com resíduo de uma substância branca no pescoço, a mãe removeu com lenço de papel umedecido, pensando ser alguma substância utilizada durante o parto cesárea.

 

Após assistir na TV e nos demais noticiários que o médico havia sido preso por abuso sexual, ela decidiu ir com a filha à Delegacia.

 

O marido acompanhou a esposa no parto normal, mas na cesárea, o empreteiro de 39 anos, Wagner Pena Sarmento, disse que o anestesista o impediu de acompanhar a cesárea.

 

Veja o relato de Thamires: que na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti.

 

“Eu estava grávida de gêmeos. Entrei em trabalho de parto por volta das 17h. Lá eles me disseram que eu estava em trabalho de parto e não iria mais embora. Como os bebês eram prematuros, me deram um remédio. Às 23h, o médico viu que o bebê estava coroando. O meu primeiro filho nasceu normal e foi bem tranquilo. Quando era para o segundo bebê nascer, eles disseram que não tinha condições de ele nascer de parto normal e teria que ser cesárea. Eles disseram que a gente corria risco de vida”, contou e continuou:

 

“Fui levada para uma outra sala, e os funcionários ficaram desesperados. Pelo tempo de demora, eles ligaram para o anestesista, esse monstro, para que ele viesse me dar a anestesia. Isso já era mais de 1h do dia 6. Eu fiquei sentido dor e eles disseram que o bebê não nasceria. Ele veio, me deu uma RAC na coluna e um remédio no braço. Em seguida, comecei a sentir muito sono. Ele sempre atrás da minha cabeça, com o pano, e eles tentando achar a criança. Ninguém achava a criança. Eles me cortaram de todas as formas”.

 

“Infelizmente, eu vi meu filho sair da barriga e não cheguei a pegá-lo no colo. Eu não pude pegar meu filho no colo antes de ele falecer. Só acordei horas depois sem saber o que tinha acontecido. Não tive o privilégio de pegar o meu bebê antes de ele falecer. Eu não sei o rosto do meu filho. Só conheço o meu filho por foto. Eu estava dopada por esse monstro.” 

 

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