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Gio Ewbank ataca e soca mulher racista, defendendo sua filha, veja depoimento dela hoje

Indignada com o que teve de lidar, a atriz e influenciadora Giovanna Ewbank, virou uma verdadeira leoa para defender seus filhos, ao ouvir ofensas racista em relação às crianças, Tati e Bless de uma mulher em Portugal.

A atriz não conseguiu se conter diante de tanto absurdo e deu um tapa na mulher que fazia as ofensas. Como mãe, ela se sentiu indignada, chocada, e como cidadão, revoltada com o que ouvia.

Foi então que Giovanna Ewbank reagiu dando tapa e cuspindo, conforme a própria atriz desabafou em entrevista ao ‘Fantástico’, na Globo, no último domingo (31/7).

O marido, Bruno Gagliasso, se pronunciou defendendo a esposa, ele sabe que ela reagiu defendendo seus filhos e que ela jamais seria capaz de partir para agressão física se não fosse por um motivo tão chocante e inaceitável.

O ator Bruno Gagliasso se posicionou pela família dizendo: “Na verdade ela não agrediu, a minha mulher reagiu. Não confunda, não confunda a reação do oprimido com a ação do opressor”.

O caso que viralizou em todas as redes sociais e portais de notícias, aconteceu no último sábado (30/7), no momento em que Giovanna Ewbank estava com as crianças em um restaurante na Costa da Caparica.

O ocorrido foi tão grave que foi necessário acionar a polícia local para registrar a ocorrência.

A assessoria da atriz emitiu uma nota sobre o ocorrido, após um vídeo que circula na internet, em que Giovanna discute com uma mulher.

“Confirmamos, conforme vídeos que já circulam no Brasil, que Giovanna reagiu e enfrentou a mulher, enquanto Bruno Gagliasso, seu marido, chamou a polícia”, publicou a assessoria nas redes sociais.

A nota da assessoria de Giovanna também falou do momento em que a confusão começou; “xingou, deliberadamente, não só Títi e Bless, mas também uma família de turistas angolanos que estavam no local – cerca de 15 pessoas negras”, completando:

A criminosa pedia que eles [Títi, Bless e a família angolana] saíssem do restaurante e voltassem para a África, entre outras absurdos proferidos às crianças, tais quais “pretos imundos”.

A polícia foi chamada por Bruno Gagliasso, para fazer o registro de ocorrência de racismo contra a mulher.

A mulher foi detida pela polícia, escoltada até a paria e liberada mais tarde.

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