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Carta psicografada de Eliza Samúdio revela local em que está o corpo: “Nunca imaginei”

O caso da modelo Eliza Samúdio, que teve um filho com o ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, pode, supostamente, dar uma reviravolta no caso do crime que aconteceu há 12 anos.

 

A vidente Chaline Grazik divulgou uma carta psicografada, atribuindo ao espírito de Eliza Samúdio, como autora,  e que a mesma teria dado informações sobre o local em que o corpo dela estaria.

 

Segundo publicação da vidente, a vítima narrou com detalhes, momentos apavorantes que sofreu e que ninguém tem conhecimento, inclusive contando detalhes.

 

Em um trecho da carta psicografada, a ex-modelo diz: “Foi cruel, foi horroroso. Eu tentava pedir socorro, mas ninguém me ouviu. (…) Eles tinham cara de apavorados, mas mesmo assim cometeram o crime. Eu vi tudo, senti tudo”. 

 

O crime chocou o Brasil. O goleiro Bruno foi preso e condenado.

 

Segundo declarações da vidente Chaline Grazik, o corpo da vítima foi jogado em um rio e que em breve a localização será revelada. As informações teriam partido do espírito de Eliza Samúdio na carta psicografada.

 

Veja a carta na íntegra  que a vidente publicou:

“Foi cruel, foi horroroso. Eu tentava pedir socorro, mas ninguém me ouviu. Meu pescoço doía tanto, apertaram, até faltar oxigênio no meu corpo. Mas, neste momento, meu espírito saiu imediatamente do corpo. Ficou perto de uma árvore de onde vi tudo o que fizeram comigo. De repente, veio um homem mal-encarado, de pele morena e camiseta vermelha. Naquele dia eu não sabia quem era ele. Mas eu conseguia ver tudo o que faziam comigo, uma sensação que eles tinham de pavor, que não sabiam o que fazer”, de acordo com a vidente Chaline Grazik, que prossegue:

 

“Pareciam endemoniados. Nunca imaginei do que fossem capazes. Um dizia para o outro como esconder o corpo… Decidiram me jogar num rio, que lembro nitidamente, um rio fétido. Pegaram uma madeira com fiapos e me bateram muito, até que meu corpo ficasse no fundo. Eles tinham cara de apavorados, mas mesmo assim cometeram o crime. Eu vi tudo, senti tudo”.

 

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