Em declarações recentes, Flávio afirmou que, caso venha a assumir a presidência do país, pretende adotar uma postura extremamente rígida em relação à presença de integrantes de organizações criminosas, especialmente ligados ao PCC e ao Comando Vermelho.
Segundo ele, a partir de 2027, não haverá espaço para a permanência desses grupos no território nacional, dentro de um cenário de endurecimento das políticas de segurança pública.
O político destacou que sua proposta envolve uma mudança profunda na forma como o Estado lida com o crime organizado, defendendo ações mais contundentes para reduzir a influência dessas facções em diferentes regiões do Brasil.
Em sua fala, ele deixou claro que, na sua visão, a atuação desses grupos representa um obstáculo direto à ordem pública e à segurança da população.
Em tom enfático, Flávio declarou: “Integrantes do CV e do PCC, a partir de janeiro de 2027 é melhor que deixem o país. Se permanecerem, vão enfrentar consequências legais severas, como prisão ou outras medidas dentro da lei”.
A afirmação foi apresentada como parte de um discurso voltado ao combate ao crime organizado e ao fortalecimento das instituições de segurança.
As declarações repercutiram nas redes e entre analistas políticos, principalmente pelo tom firme adotado e pela promessa de ações mais duras contra facções criminosas.
Para seus apoiadores, a fala representa um posicionamento de tolerância zero em relação ao crime organizado. Já críticos avaliam que o discurso é forte e polêmico, levantando debates sobre os limites e estratégias no enfrentamento da criminalidade.
Flávio reforçou que sua proposta de governo teria como prioridade a retomada do controle do Estado sobre áreas afetadas pela atuação de grupos criminosos, com foco em medidas de segurança, repressão qualificada e fortalecimento das forças policiais.
Segundo ele, o objetivo seria reduzir a influência dessas organizações e ampliar a sensação de segurança da população.
O tema segue gerando discussão no cenário político, principalmente pela intensidade das declarações e pelo impacto que propostas desse tipo poderiam ter na política de segurança pública do país.