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Falta de carinho afeta o cérebro dos filhos para toda a vida, aponta estudo

Se na sabedoria popular já se tinha observado a diferença no comportamento das crianças que receberam carinho na infância, daqueles que cresceram sem apoio e carinho, um estudo comprovou que realmente o afeto faz bem ao cérebro.

 

Não é mais uma suposição e nem teoria, a importância do carinho a atenção para os bebês é fundamental no desenvolvimento.

 

Segundo estudos realizados pelo doutor Dioclecio Campos Junior, professor da Faculdade de Ciências da Saúde, do Departamento de Pediatria da UnB, experiências comprovam a importância do afeto.

 

Neste estudo, filhotes de animais foram observados, eles recebem lambidas e carinhos da mãe, um modo de demonstrar afeto e estimular os filhotes. Ao estudar o cérebro dos filhotinhos, o estudo apontou as mudanças físicas no cérebro.

 

O mesmo acontece com os seres humanos que recebem amor e carinho quando pequenos, ou seja; os reflexos ajudam bebês e crianças, além de ser apenas no fator psicológico, são reflexos importantes  que beneficiam o cérebro.

 

O estudo comprova a importância para o bebê no primeiro ano de vida, receber carinho e afeto, pois essa ação age nas células do hipocampo que é ligado às ações da memória.

 

Os filhotes de animais que não receberam esses mesmos cuidados das mães, as células se mantiveram reduzidas.

 

A criança que é tratada com carinho nos primeiros anos de vida, os níveis de serotonina sobem e as conexões sinápticas são reforçadas.

 

O estudo reforça que todos merecem e precisam receber carinho, especialmente na fase da infância, quando a criança está em formação, para se sentir segura e bem, como deve ser.

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