Escola exclui criança com síndrome de down de cerimônia de formatura

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Todas as outras crianças participaram, e pediram que ela não comparecesse na formatura da escola.

De acordo com informações da família da menina Izabel de 6 anos, que têm síndrome de down, a criança foi excluída da festinha de formatura de sua turma na escola.

A família ficou sabendo da festa um dia depois ao ver as fotos do evento no Facebook então perceberam que a menina não foi convidada a participar.

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Ao conversar com uma coleguinha de Izabela, a família descobriu que durante os ensaios, ela era retirada da sala e ficava com uma monitora para não participar.

“Uma colega de sala também contou para minha cunhada que a Izabela era retirada da sala na hora do ensaio da música e do juramento da formatura. A coleguinha disse que, nessa hora, que ela ficava do lado de fora com a monitora”, contou Cristiane Andrade, tia de Izabela.

A criança estuda na Escola Municipal Cristo Redentor, em Oliveira (MG), também não participou da atividade onde os alunos confeccionaram os próprios convites para a formatura, e os pais dela também não foram informados da festa.

A família ficou revoltada. Uma tia da criança fez um longo desabafo em uma rede social, contando do caso.

“Tanto os pais da minha sobrinha, nós da família, os amigos e a população toda de Oliveira ficamos muito indignados porque a gente sabe da luta da Izabela. Nenhuma criança, em lugar nenhum do mundo, merece passar por isso”, lamenta Cristiane.

A diretora da escola disse que houve um erro da escola, ao não comunicar os pais da festa, mas que ela não teria sido excluída.

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“Infelizmente foi um deslize, um erro mesmo da escola que ela não tenha recebido o convite. Mas em momento algum ela foi excluída da formatura, tanto que ela tem as fotos que tirou com a turminha dela, ela com a beca”, disse a diretora, Maria Helena Soares.

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Andreia Pereira, secretária de comunicação da Prefeitura de Oliveira, afirma que foi aberto processo para apurar o caso:

“Nessa ata, colhemos depoimentos da professora, supervisora, entramos em contato também com a mãe para que ela se posicionasse, além da direção da escola, e imediatamente encaminhamos para o departamento pessoal, para instaurar o processo administrativo”, explica.


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Written by Ana Paula

Jornalista de profissão, e redatora por vocação. Escrevo com prazer tentando passar em palavras, emoções que possam tocar a vida das pessoas. Nas horas vagas mamãe de gatos e degustadora de cafés, que são meus grandes amores.

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