Uma mulher de 52 anos, identificada como Joke, relatou ter sido forçada pelo ex-companheiro a tatuar o nome dele cerca de 250 vezes no rosto e em diferentes partes do corpo ao longo do relacionamento. De acordo com o relato, as sessões eram longas e envolviam não apenas o nome, mas também iniciais e frases com conotação possessiva.
O ex-companheiro, por sua vez, nega as acusações e afirma que todos os procedimentos foram realizados com consentimento. A divergência entre as versões, conforme descrito, teria dificultado o andamento de medidas judiciais, especialmente pela ausência de provas que confirmassem a alegação de coação.
Nos últimos anos, Joke iniciou um processo de remoção das tatuagens. O tratamento, que envolve técnicas como laser, costuma ser realizado em várias etapas e pode exigir um longo período até a obtenção de resultados mais visíveis. Além disso, é frequentemente descrito como um procedimento de custo elevado e que pode causar desconforto físico ao longo das sessões.
Com o apoio de uma organização, ela já conseguiu remover uma parte significativa das tatuagens e segue em acompanhamento para dar continuidade ao processo. O objetivo, segundo o relato, é reduzir ao máximo as marcas e reconstruir sua aparência ao longo do tempo.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais, onde diferentes versões da história passaram a circular, ampliando a visibilidade do episódio e levantando discussões sobre relatos pessoais, comprovação de fatos e os desafios envolvidos em situações desse tipo.