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Menino com deficiência é deixado na escola enquanto colegas vão ao cinema

A turma fez um passeio escolar indo para um cinema, e João que tem deficiência foi deixado para trás.

Uma escola municipal em Belo Horizonte, Minas Gerais, realizando a programação de atividades extra curriculares, organizou uma passeio dos alunos a um cinema da cidade. Até ai, teria sido tudo perfeito, mas o caso não é tão bonito quanto parece, pois um dos alunos foi deixado para trás.

João na época com 9 anos de idade, tem paralisia cerebral e usa uma cadeira de rodas especial para se locomover. Das 7 horas da manhã às 11h20, João ficou circulando nos corredores da escola a espera dos colegas voltarem do passeio. Apenas cuidadores ficaram na escola com João.

“No dia 28, eles ligaram, falando que a escola ia ao cinema, mas ia deixar o João porque ele não iria gostar. Eu falei que ele gosta, já foi comigo e podiam levar ele. A escola falou ‘tudo bem’, mas eles não levaram”, contou ao E+ Adriane Cruz, de 41 anos, mãe do menino.

A ligação para a mãe foi feita um dia antes do passeio, não dando nem tempo de Adriane ir a escola conversar e acertar detalhes do passeio para incluir João.

A mãe contou que o menino na sua inocência chegou em casa todo feliz porque tinha um balão verde amarrado a cadeira de rodas como “prêmio de consolação”.

O caso aconteceu em 2017, mas está repercutindo muito nas redes sociais depois que o desabafo da mãe viralizou.

Leia na íntegra o que disse a mãe de João

“Hoje vendo meu filho chegar da escola não tive como não chorar.

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Toda a turminha da escola foi ao cinema, meu filho ficou de 07:00 as 11:20, circulando no corredor da escola com o auxiliar de apoio dele, a 9 anos meu filhos estuda na escola inclusiva, e ainda não conseguiram aplicar o lindo projeto que eu também amo, que se encontra escrito no papel, ele não vai aos passeios da escola,este ano nem mesmo convidado a festa junina da escola foi. “Motivos da escola:”
•porque está frio,
•porque ele grita,
•porque levanta a perna
•porque não sabem qual será a reação dele.
Fico imaginando como é frustrante ser quem capacita estes profissionais da inclusão, são estudos, textos,filmes e estudos de casos maravilhosos,mas não se aplica a vida real, ver ele chegando com um balãozinho do SESC,pendurado na cadeira como prêmio de consolação, doeu-me ainda mais, como ele vai aprender a ir ao cinema,como vai aprender a controlar suas emoções se a escola não lhe fornece os outros temperos, comigo o João vai ao cinema, dança no palco,entra na água fria,rola no chão, mas aqui é a casa dele o reino dele, tem o tempero do amor, tem minha condição é uma ação familiar, a introdução da vida social com olhares e avaliações diferentes ocorrem na escola, não desisto, mas me sinto muito cansada, até quando Patricia Cunha,SMED( Secretaria municipal de educação) a inclusão vai ser algo que existe apenas nos projetos escritos em folhas?
Quando os profissionais da educação estarão prontos para incluir?
E o que precisa para eles aprenderem?
Cobaias já temos meu filho está a 9 anos sofrendo nesta função.
Como ele vai formar suas ideias e sentimentos sem o apoio da escola e da sociedade?
Incluir no meu ver vai além de deixar uma pessoa limpa e bem alimentada circulando por corredores de escolas municipais da cidade de Belo Horizonte, e acredito que está opinião também é dos profissionais, como nos familiares de pessoas com deficiência podemos ajudar vocês?
Acredito que o treinamento da prefeitura não é suficiente,estamos dispostos a ajudar viu.”