Acordo de paz entre EUA e Irã provavelmente será finalizado em 24 horas, diz Paquistão

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O cenário político internacional está vivendo momentos de pura adrenalina e expectativa com uma reviravolta que poucos imaginavam acontecer tão rápido. O governo do Paquistão pegou o mundo de surpresa ao anunciar que um inédito acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã está na marca do pênalti para ser fechado de vez. Segundo as autoridades paquistanesas, que estão funcionando como os grandes mediadores dessa conversa amigável, o documento final deve ser assinado e oficializado dentro das próximas vinte e quatro horas, colocando um ponto final em décadas de cara feia entre as duas potências.

Essa aproximação histórica entre a Casa Branca e o governo de Teerã quebra um gelo que já durava quase meio século, um período marcado por ameaças militares pesadas, sanções financeiras sufocantes e uma total falta de diálogo. Ver os dois países aceitarem sentar na mesma mesa para assinar um tratado de paz é o tipo de notícia que redesenha completamente o mapa das alianças globais e muda o rumo das conversas de bastidores. O Paquistão teve um papel de ouro nessa história, servindo como uma ponte neutra e de total confiança para que ninguém saísse da sala parecendo fraco ou derrotado.

Nos bastidores da diplomacia em Islamabad, o clima é de mutirão e correria contra o relógio para revisar cada parágrafo e cada vírgula do texto final. Fontes ligadas aos negociadores revelaram que os pontos mais espinhosos da discussão, que envolviam o controle do programa nuclear iraniano e a liberação de contas bancárias bilionárias que estavam congeladas no exterior, finalmente encontraram um ponto de equilíbrio. Os técnicos estão trabalhando duro para garantir que nenhuma brecha ou palavra ambígua estrague o anúncio oficial no último minuto do segundo tempo.

A internet e os canais de notícias do mundo inteiro foram inundados por debates e comentários de especialistas tentando prever o tamanho do impacto que essa paz trará para o bolso do cidadão comum. O reflexo mais aguardado e imediato deve acontecer no mercado de combustíveis, com a expectativa de que o preço do barril de petróleo dê uma boa aliviada nos próximos dias. Com o Irã voltando a fazer negócios livremente e sem o risco de fechamento de canais marítimos importantes no Golfo Pérsico, a economia global ganha um respiro muito bem-vindo.

A pressa para liquidar a fatura e assinar o papel em menos de um dia tem muito a ver com as pressões políticas que os presidentes envolvidos sofrem dentro de suas próprias casas. Para o líder norte-americano, apresentar um tratado de paz desse tamanho funciona como um troféu de peso para calar a boca dos críticos da oposição e mostrar força em ano de eleições apertadas. Do lado iraniano, conseguir o fim das punições financeiras é a única saída rápida para combater o desemprego, abrir o comércio e dar uma vida digna para a população local que vem sofrendo com a crise.

Apesar da festa de quem torce pela paz mundial, a notícia não caiu muito bem nos ouvidos de alguns vizinhos barulhentos da região, como Israel e a Arábia Saudita, que sempre olham para o Irã com total desconfiança. As lideranças israelenses já começaram a se movimentar por baixo dos panos, alertando que aliviar as restrições ao governo de Teerã sem uma marcação cerrada pode ser uma armadilha perigosa no futuro. Caberá aos diplomatas dos Estados Unidos a missão ingrata de acalmar os seus aliados tradicionais e garantir que ninguém saia do trilho.

Quem teve a oportunidade de dar uma espiada nas linhas gerais do projeto de lei conta que a paz será construída em um sistema de troca de favores por etapas, funcionando como um teste de fidelidade mútuo. O Irã vai precisar abrir as portas de suas usinas para que fiscais internacionais entrem e revirem tudo em vistorias surpresa frequentes. Em troca desse voto de confiança, os americanos vão assinando decretos para liberar o comércio de remédios, máquinas industriais e alimentos, permitindo que a engrenagem do mercado iraniano volte a girar.

O sucesso dessa intermediação coloca o Paquistão em um patamar muito elevado na diplomacia do século vinte e um, provando que o país tem estofo para conversar com grupos políticos que não se bicam de jeito nenhum. Conduzir uma negociação secreta desse tamanho exigiu um jogo de cintura de mestre dos paquistaneses, que cuidaram desde a segurança dos hotéis até o controle total de vazamentos para a imprensa. Conseguir entregar um resultado positivo para o planeta eleva a moral da capital Islamabad perante a comunidade das Nações Unidas.

Agora, o foco das equipes de comunicação da Casa Branca e de Teerã está totalmente voltado para a redação dos discursos que serão lidos nos púlpitos assim que o martelo for batido. Os textos devem deixar o linguajar técnico de lado para focar em mensagens bonitas de esperança, cooperação comercial e o início de uma nova era de respeito mútuo entre as culturas do Ocidente e do Oriente. A imagem do cumprimento de mãos entre as comitivas promete rodar o planeta e estampar as capas de todos os jornais e portais de internet.

Mas os analistas mais velhos de guerra fazem um alerta importante: assinar o papel nas próximas horas é a parte mais fácil, a verdadeira prova de fogo será manter os termos do acordo de pé ao longo dos próximos anos. A história mostra que bastam uma troca de partido na presidência dos Estados Unidos ou o crescimento de grupos mais radicais no parlamento iraniano para que tratados bonitos virem fumaça. Por isso, criar amarras jurídicas fortes no contrato é essencial para proteger a paz das tempestades da política partidária local.

Enquanto o prazo dado pelo governo paquistanês vai se esgotando no relógio, as bolsas de valores de Nova York, Londres e Tóquio operam em um misto de nervosismo e otimismo, com investidores apostando alto no sucesso da operação. Empresas de aviação e grandes agências de turismo internacional já começam a esfregar as mãos, de olho na reabertura de rotas aéreas e de intercâmbios que estavam trancados por portões de ferro há mais de uma geração. O vento da mudança está soprando forte nos escritórios de negócios.

No final das contas, o desfecho desse sabadão dirá se a humanidade vai testemunhar o nascimento de um Oriente Médio mais pacífico e seguro ou se as velhas mágoas vão falar mais alto na última linha do documento. A torcida de quem vive debaixo do medo da guerra é para que a conversa fina vença os preconceitos e mostre que a mesa de negociação sempre será melhor do que o barulho dos canhões. O Paquistão já fez a sua parte entregando a bola redonda, agora a caneta que muda a história está nas mãos dos donos do poder.

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