O ortopedista infantil Dr. Eduardo Mattos, que atua em Ponta Grossa, realizou uma cirurgia em um bebê diagnosticado com polidactilia, condição caracterizada pela presença de um dedo extra.
O procedimento chamou atenção após o médico decidir não cobrar honorários pela intervenção, após tomar conhecimento da situação financeira da família.
Segundo informações divulgadas, os responsáveis pela criança haviam iniciado uma rifa para tentar arrecadar recursos e custear a cirurgia necessária.
Ao saber da mobilização, o profissional optou por realizar o atendimento de forma gratuita, abrindo mão do valor referente ao seu trabalho e mantendo apenas os custos hospitalares envolvidos no procedimento.
A cirurgia foi realizada em ambiente hospitalar e teve duração aproximada de 30 minutos. O objetivo foi corrigir a alteração congênita no pé do bebê, removendo o dedo adicional e garantindo melhores condições funcionais e estéticas no desenvolvimento da criança. O procedimento transcorreu sem complicações, conforme relatos da equipe envolvida.
Após a intervenção, o bebê apresentou boa recuperação. De acordo com as informações, a criança acordou da anestesia em condições estáveis e recebeu alta pouco tempo depois, seguindo para casa com orientações médicas para acompanhamento no pós-operatório.
A decisão do ortopedista foi recebida com emoção pela família, que havia se organizado para viabilizar a cirurgia por meio da rifa. O gesto do profissional possibilitou que o procedimento fosse realizado sem o custo total inicialmente previsto.
O caso repercutiu em diferentes espaços por evidenciar situações em que profissionais da saúde optam por flexibilizar cobranças diante de contextos específicos.
A polidactilia, condição tratada no procedimento, é uma alteração congênita relativamente conhecida na ortopedia pediátrica e possui correção cirúrgica como uma das formas de tratamento.
A atuação do Dr. Eduardo Mattos em Ponta Grossa foi destacada pelo atendimento realizado e pela condução do caso, que envolveu tanto o procedimento médico quanto a decisão de caráter assistencial. O bebê segue em acompanhamento médico após a alta, conforme orientações da equipe responsável.