Trump critica os preços da Copa do Mundo: “Não pagaria US$ 13 mil nisso”.

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A Copa do Mundo FIFA de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, já começou a gerar debates antes mesmo do início das partidas. Um dos principais temas discutidos envolve os altos preços dos ingressos disponibilizados para os jogos do torneio, especialmente para confrontos considerados mais importantes e disputados.

A competição contará com 104 partidas distribuídas em 16 cidades-sede e marcará a primeira edição do Mundial com o novo formato ampliado de seleções.

Paralelamente à expectativa esportiva, os valores cobrados pelas entradas passaram a chamar atenção de torcedores, políticos e parlamentares norte-americanos.

Pela primeira vez em uma Copa do Mundo, a FIFA adotou oficialmente um sistema de preços dinâmicos para a venda de ingressos.

Nesse modelo, os valores variam de acordo com fatores como demanda, popularidade das seleções envolvidas e relevância das partidas. O método já é utilizado em setores como companhias aéreas, hotéis e grandes eventos de entretenimento.

Embora existam ingressos com preços mais baixos em quantidade limitada, muitos torcedores relataram dificuldades para encontrar entradas acessíveis nos canais oficiais.

Em algumas partidas, especialmente jogos de grande apelo, os valores disponíveis ultrapassam milhares de dólares.

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou o assunto ao falar sobre os preços cobrados para a estreia da seleção norte-americana.

Em entrevista ao jornal The New York Post, ele afirmou que gostaria de acompanhar a partida, mas declarou que não pagaria os valores praticados atualmente para assistir ao jogo.

As críticas também chegaram ao Congresso dos Estados Unidos. Parlamentares democratas enviaram questionamentos à FIFA sobre a política de preços adotada para a competição, levantando preocupações relacionadas ao acesso de torcedores de classes populares ao evento.

Em resposta, a FIFA afirmou que os preços seguem padrões praticados em grandes eventos esportivos realizados no país e argumentou que o sistema ajuda a reduzir a atuação de cambistas. A entidade também mantém uma plataforma oficial de revenda de ingressos para o torneio.

O debate sobre acessibilidade e custos da Copa do Mundo deve continuar até o início da competição.

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