Raio-x encontrou agulhas e chave no corpo da mulher que dizia ter 12 anos e acusava pais de magia negra

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O caso de Amanda Maria Souza de Oliveira passou a ter ampla repercussão após sua prisão em Joinville, Santa Catarina. Segundo informações divulgadas, ela teria permanecido por cerca de 14 meses convivendo com uma família na região, apresentando-se como uma menina de 12 anos. O caso veio à tona durante investigações que apontaram inconsistências em sua identidade e histórico.

Registros anteriores indicam que a mesma pessoa já havia sido citada em ocorrências no estado do Ceará no ano de 2010. Na ocasião, teria procurado uma delegacia alegando ser menor de idade e relatando supostos episódios de violência familiar envolvendo acusações de práticas de “magia negra”.

Durante as apurações, exames médicos foram realizados e apontaram a presença de objetos estranhos no corpo, incluindo agulhas e outros itens.

Ainda naquele período, um inquérito policial foi aberto para investigação dos fatos. Testemunhos coletados durante o processo apresentaram versões divergentes das declarações feitas pela pessoa envolvida.

Documentos apresentados pelos responsáveis legais indicavam uma idade superior à informada, enquanto a autenticidade dessas informações também foi questionada durante o andamento do caso.

Em anos posteriores, novos episódios foram registrados em diferentes estados brasileiros. Em 2023, houve atendimento hospitalar em Florianópolis, Santa Catarina, após relato de dores abdominais.

Exames médicos realizados na ocasião novamente identificaram a presença de objetos no organismo, segundo informações divulgadas em relatórios e registros hospitalares.

Além dos atendimentos médicos, também há registros de internações em instituições psiquiátricas no estado do Ceará, conforme dados mencionados em documentos oficiais e reportagens.

Após a prisão mais recente em Santa Catarina, a Justiça determinou a realização de avaliação psicológica para análise do estado mental da pessoa investigada. O objetivo do procedimento é reunir informações técnicas que auxiliem na compreensão do histórico apresentado durante as investigações.

As autoridades também informaram que há registros de ocorrências semelhantes em diferentes estados do país, abrangendo ao menos seis unidades federativas, segundo dados reunidos no inquérito em andamento. O caso segue sob análise das autoridades competentes.

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