Lewis Hamilton desistiu de participar de um teste de pneus da Pirelli com a equipe Ferrari após a internação de seu cachorro Roscoe em estado grave. O bulldog, que acompanhava o piloto desde 2013 e se tornou bastante conhecido entre fãs da Fórmula 1, foi diagnosticado com pneumonia e começou a apresentar dificuldades respiratórias.
De acordo com informações divulgadas pelo próprio piloto, Roscoe precisou ser levado a uma unidade veterinária para atendimento de emergência.
Durante a realização de exames, o animal foi sedado e, em um momento crítico, chegou a ter uma parada cardíaca. Os veterinários conseguiram reanimá-lo, mas o estado de saúde permaneceu extremamente delicado, levando o cachorro a entrar em coma.
Diante da gravidade da situação, Hamilton optou por permanecer ao lado de Roscoe e não participou do teste realizado no circuito de Mugello, na Itália. A equipe Ferrari confirmou que o piloto reserva Zhou Guanyu assumiu as atividades programadas no lugar do britânico, garantindo a continuidade do trabalho no desenvolvimento dos pneus.
A decisão de Hamilton foi acompanhada de mensagens de apoio de fãs e membros da comunidade da Fórmula 1, que já estavam acostumados à presença constante de Roscoe nos bastidores das corridas.
O bulldog era frequentemente visto no paddock, em viagens e até em eventos oficiais, tornando-se uma espécie de “mascote” não oficial do piloto.
Dias depois, Lewis Hamilton confirmou a morte de Roscoe, ocorrida em 28 de setembro de 2025, em decorrência das complicações causadas pela pneumonia.
A notícia gerou grande comoção nas redes sociais, com milhares de mensagens de apoio ao piloto e lembranças de momentos marcantes ao lado do animal.
Roscoe era considerado parte importante da rotina de Hamilton fora das pistas, acompanhando o piloto em diversas etapas da carreira.
Sua morte marcou fãs e membros do automobilismo, que destacaram o vínculo entre os dois e a presença constante do cão em momentos importantes da Fórmula 1 ao longo dos anos.