A defesa da empresária Carolina Sthela apresentou manifestação à Justiça afirmando que ela pode ter apresentado um possível surto psicótico no período em que ocorreram as agressões contra uma empregada doméstica grávida no Maranhão.
Segundo o advogado responsável pela defesa, Carolina estaria grávida e emocionalmente abalada após a repercussão pública do caso. A defesa também informou que, até o momento, não há laudos ou documentos oficiais que confirmem a existência de qualquer transtorno mental diagnosticado.
O caso passou a ser investigado após a vítima relatar ter sido agredida fisicamente e obrigada a se ajoelhar durante uma discussão. De acordo com o depoimento, a situação teria ocorrido após uma acusação de furto de um anel.
A empregada doméstica está grávida e relatou as circunstâncias às autoridades responsáveis pela investigação.
As autoridades apuram possíveis crimes de tortura e lesão corporal gravíssima, considerando também o risco à gestação da vítima. O inquérito segue em andamento para esclarecer a dinâmica dos fatos e a eventual participação de outras pessoas envolvidas na ocorrência.
Após a divulgação do caso, o episódio passou a circular nas redes sociais e gerou diferentes manifestações de usuários.
O tema também motivou debates públicos sobre o uso de alegações de ordem psicológica em processos judiciais envolvendo acusações de violência.
A defesa da empresária sustenta que a análise do contexto emocional deve ser considerada no andamento do processo, enquanto a investigação continua reunindo depoimentos e demais elementos de prova. Até o momento, não há decisão judicial final sobre o caso.
O processo segue sob responsabilidade das autoridades competentes, que continuam analisando as informações apresentadas pelas partes envolvidas.