Uma reportagem divulgada em dezembro de 2025 trouxe repercussão ao revelar um contrato milionário envolvendo o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e o Banco Master.
Segundo as informações publicadas na época, o acordo teria valor estimado em R$ 129 milhões e previa pagamentos distribuídos entre os anos de 2024 e 2027.
O caso passou a chamar atenção após a informação de que o contrato teria sido encontrado durante uma investigação conduzida pela Polícia Federal. A divulgação provocou debates nas redes sociais e gerou reações entre apoiadores e críticos do ministro do Supremo Tribunal Federal.
De acordo com as reportagens divulgadas naquele período, o contrato envolveria serviços jurídicos prestados pelo escritório da advogada ao Banco Master.
As informações circularam amplamente em plataformas digitais e passaram a ser utilizadas em discussões políticas sobre transparência, relações institucionais e possíveis conflitos de interesse.
Apesar da repercussão inicial, o assunto perdeu espaço nos principais veículos de comunicação ao longo dos meses seguintes. Ainda assim, o tema continuou sendo mencionado por usuários nas redes sociais, especialmente em publicações relacionadas ao cenário político e jurídico do país.
Críticos do caso afirmam que contratos com valores elevados e ligados a pessoas próximas de integrantes do Judiciário deveriam receber maior acompanhamento público e esclarecimentos detalhados.
Já defensores argumentam que, até o momento, não foram apresentadas provas públicas indicando ilegalidade ou irregularidade no acordo mencionado pelas reportagens.
Até agora, não houve divulgação oficial de investigação criminal contra Viviane Barci de Moraes relacionada ao contrato. Também não foram anunciadas decisões judiciais apontando irregularidades envolvendo o acordo citado nas publicações.
O episódio continuou sendo tratado de formas diferentes por grupos políticos e por usuários das redes sociais, refletindo o ambiente de polarização presente no debate público brasileiro. Enquanto alguns defendem maior aprofundamento sobre o tema, outros consideram que a ausência de provas concretas impede conclusões definitivas sobre o caso.