A bebê Eva nasceu em condição extremamente delicada após um parto prematuro, com apenas 27 semanas de gestação e peso pouco superior ao de um pacote de café. Desde os primeiros momentos de vida, a recém-nascida precisou de cuidados intensivos, sendo encaminhada diretamente para a unidade neonatal, onde permaneceu sob acompanhamento médico contínuo.
Ao longo de 81 dias, Eva ficou internada na UTI neonatal, enfrentando um período considerado crítico pelos profissionais de saúde.
Durante esse tempo, foram necessários diversos procedimentos e monitoramento constante para garantir sua estabilidade. Segundo a equipe responsável, o quadro inicial apresentava riscos elevados, comuns em casos de prematuridade extrema, o que exigiu atenção redobrada em todas as etapas do tratamento.
Apesar das dificuldades, a bebê respondeu de forma positiva às intervenções médicas. Com o passar das semanas, houve evolução gradual do seu estado de saúde, permitindo a superação das intercorrências típicas desse tipo de situação.
A cada avanço, novos parâmetros indicavam melhora, até que Eva atingiu condições seguras para deixar a unidade hospitalar.
Meses depois, já com oito meses de vida, a criança apresenta desenvolvimento compatível com sua idade, conforme acompanhamento realizado após a alta. O progresso é resultado de uma combinação de assistência médica especializada e cuidados contínuos ao longo do período de recuperação.
Durante o tempo em que Eva esteve internada, os pais acompanharam de perto cada etapa do processo.
Diante da gravidade do quadro inicial, a família fez uma promessa de caráter religioso, relacionada à recuperação da filha. Após a melhora e a alta hospitalar, decidiram cumprir o compromisso assumido.
Para isso, viajaram do Espírito Santo até o interior de São Paulo, onde realizaram o ato simbólico. Como forma de marcar o momento, entregaram o primeiro laço utilizado por Eva ainda na UTI, objeto que acompanhou os primeiros dias de vida da criança.