Donald Trump:”Ele é o único jogador que eu posso dizer que é melhor que o Pelé. Messi é uma alegria de assistir”

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O cenário do futebol nos Estados Unidos continua ganhando capítulos surpreendentes e misturando esporte de alto rendimento com as maiores figuras da política internacional. Recentemente, o presidente norte-americano Donald Trump decidiu ir a público para manifestar toda a sua admiração pelo desempenho recente do Inter Miami, o clube da Flórida que vem dominando as atenções no país. O governante americano aproveitou o momento festivo em que a equipe celebrava a conquista do cobiçado título da Major League Soccer, a principal liga de futebol do país, para rasgar elogios ao elenco e, de modo muito especial, ao craque argentino Lionel Messi.

A manifestação de Trump chamou a atenção dos jornais esportivos e dos portais de notícias não apenas pelo parabéns protocolar ao time campeão, mas sim pelo teor das declarações feitas a respeito do camisa dez da Argentina. O líder da Casa Blanca decidiu fazer uma comparação histórica de peso ao colocar Messi no mesmo patamar de genialidade do Rei Pelé, a maior lenda do futebol mundial de todos os tempos. O político relembrou com nostalgia a época em que teve a oportunidade única de ver o ídolo brasileiro desfilar o seu talento nos gramados americanos vestindo as cores do antigo New York Cosmos.

De acordo com as palavras ditas pelo próprio Donald Trump durante o seu pronunciamento sobre o título do Inter Miami, acompanhar as jogadas e os movimentos de Lionel Messi dentro das quatro linhas representa uma verdadeira alegria de assistir para qualquer amante do esporte. O presidente foi ainda mais longe em sua análise técnica e afirmou categoricamente que, na sua visão pessoal de torcedor de longa data, o atacante argentino é o único atleta da era moderna capaz de rivalizar diretamente com o legado histórico gigantesco construído pelo craque brasileiro no século passado.

Essa declaração entusiasmada do governante americano serve para chancelar o impacto cultural gigantesco que a chegada de Messi provocou na sociedade dos Estados Unidos desde que ele assinou o seu contrato com o time de Miami. O futebol, que historicamente sempre correu por fora na preferência do público norte-americano quando comparado ao futebol americano ou ao basquete da NBA, passou a ocupar um lugar de destaque absoluto nas conversas diárias, registrando recordes de audiência nas transmissões de televisão e bilheterias completamente esgotadas em todos os estados.

A comparação com Pelé faz todo o sentido quando analisamos o processo de popularização do esporte na América do Norte, já que o Rei do Futebol foi o grande pioneiro desse movimento na década de setenta, ao revolucionar o New York Cosmos e atrair multidões para os estádios. Décadas mais tarde, Lionel Messi repete esse mesmo fenômeno de transformação social na Flórida, fazendo com que até mesmo líderes políticos de agendas complexas e conservadoras parem o que estão fazendo para assistir aos seus dribles e comemorar os seus gols decisivos nas finais de campeonato.

Os diretores de marketing da Major League Soccer comemoraram bastante a repercussão das falas de Donald Trump, sabendo que esse tipo de publicidade espontânea vinda do homem mais poderoso do país ajuda a consolidar a marca da liga nos mercados internacionais. O Inter Miami, que antes da chegada do craque era uma equipe de menor expressão e que lutava na parte de baixo da tabela de classificação, transformou-se em uma verdadeira potência econômica global, vendendo milhões de camisas rosas com o número dez estampado nas costas em todos os continentes.

Nos bastidores do clube da Flórida, o clima entre os jogadores e a comissão técnica é de pura festa e sensação de dever cumprido após erguerem a taça de campeões nacionais diante de sua torcida. Os atletas companheiros de equipe de Messi costumam relatar em suas entrevistas coletivas que jogar ao lado do argentino facilita muito o trabalho tático dentro de campo, já que a presença dele atrai a marcação de vários defensores ao mesmo tempo e abre espaços generosos para que os outros atacantes consigam finalizar as jogadas com tranquilidade.

Por outro lado, a torcida argentina e os fãs de Messi nas redes sociais receberam os elogios do político americano com uma mistura de orgulho e bom humor, criando diversos memes e debates sobre quem seria de fato o maior jogador da história do futebol. Enquanto os brasileiros defendem com unhas e dentes a soberania inquestionável dos três corações de Pelé e suas três Copas do Mundo, os torcedores do atual camisa dez do Inter Miami argumentam que a regularidade e os títulos conquistados por Messi na Europa o colocam na mesma prateleira de divindades do esporte.

Os analistas de imagem explicam que o aceno de Trump em direção ao futebol também carrega um componente de estratégia de comunicação bem calculado, visando se aproximar da gigantesca comunidade latina que vive na região de Miami e que é completamente apaixonada pelo esporte bretão. Ao elogiar o maior ídolo esportivo da atualidade daquela comunidade e celebrar o título do time local, o governante consegue humanizar a sua figura pública e gerar uma onda de simpatia entre eleitores que muitas vezes não acompanham os discursos puramente políticos.

A presença de grandes astros do cinema, da música e da política nos camarotes do estádio do Inter Miami tornou-se uma cena comum em todos os finais de semana de jogos, transformando as partidas de futebol em verdadeiros eventos de gala da sociedade americana. Celebridades mundiais fazem questão de disputar os ingressos mais caros do setor vip apenas para ter a chance de ver Lionel Messi de perto por noventa minutos, consolidando a cidade de Miami como a nova capital do entretenimento esportivo da América do Norte.

A longevidade do talento de Messi, mesmo após ter conquistado absolutamente todos os títulos possíveis em sua carreira pela seleção da Argentina e pelo Barcelona, continua impressionando os médicos e os preparadores físicos da liga americana. O atleta demonstra uma dedicação diária nos treinamentos que serve de exemplo prático para os jogadores mais jovens das categorias de base, mostrando que o sucesso duradouro no esporte de alto rendimento depende fundamentalmente de muita disciplina e amor pela profissão.

No final das contas, os elogios públicos feitos por Donald Trump a Lionel Messi deixam uma lição muito nítida, prática e realista sobre a capacidade única que o futebol possui de quebrar barreiras ideológicas e unir as pessoas em torno da celebração do talento puro. A bola rola nos gramados americanos criando histórias de superação e espetáculos que ficam gravados na memória coletiva das nações. A sociedade segue acompanhando os próximos passos do craque argentino no Inter Miami, esperando que ele continue desfilando a sua arte nos gramados e encantando a todos de forma exemplar.

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