Trans de matéria com Drauzio estuprou e matou criança de 9 anos

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Um quadro do programa Fantástico da Rede Globo, exibido em 1º de março, está gerando polêmica na internet.

O doutor Drauzio Varella participou de uma matéria em que abordou a vida de pessoas trans e travestis, que estão cumprindo pena nas prisões. Em um determinado momento, o médico abraçou uma mulher trans que disse não receber visitas há 8 anos.

A atitude do doutor Drauzio foi aplaudida por muitos internautas, logo após a matéria ir ao ar, muitos até se interessaram em saber como enviar cartas com mensagens de força para o transexual.

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Se de um lado, muitos internautas parabenizaram o doutor Drauzio Varella, de outro, muitos queriam saber o motivo da prisão e condenação da trans.

A condenação da transexual Suzy de Oliveira, foi pela acusação de ter estuprado um menino de 9 anos, depois o estrangulou e o corpo ficou por 48 horas em sua sala, entrando em estado de decomposição, segundo informação do site O Antagonista.

O nome de batismo do trans que participou da matéria do Fantástico é Rafael Tadeu de Oliveira dos Santos. Juízes apuraram a ficha criminal e constataram que a trans Suzy, está na prisão desde o ano de 2010. No momento cumpre a pena na penitenciária de Guarulhos, São Paulo.

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No processo consta que Suzy, cometeu “atos libidinosos consistentes em sexo oral e sexo anal com o menor Fábio dos Santos Lemos, que à época contava com apenas 9 anos de idade”.

Na sentença consta; “matou e o ofendeu mediante meio cruel, consistente em asfixia, se valendo de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, haja vista tratar-se de criança, com mínima capacidade de resistência”.

Em nota de esclarecimento, doutor Drauzio Varella se pronunciou; “Há mais de 30 anos, frequento presídios, onde trato da saúde de detentos e detentas. Em todos os lugares em que pratico a Medicina, seja no meu consultório ou nas penitenciárias, não pergunto sobre o que meus pacientes possam ter feito de errado. Sigo essa conduta para que meu julgamento pessoal não me impeça de cumprir o juramento que fiz ao me tornar médico. No meu trabalho na televisão, sigo os mesmos princípios. No caso da reportagem veiculada pelo Fantástico na semana passada (1/3), não perguntei nada a respeito dos delitos cometidos pelas entrevistadas. Sou médico, não juiz.”

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Foto: reprodução

Fonte: Olha legal

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Written by SIlvia Jornalista

Professora Silvia, dou aulas no periodo vespertino e escrevo noticias nos sites da rede Maetips. Mãe de dois meninos, Lucas e Renato de 6 e 12 anos. Sejam muito bem vindos.

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