“Quando perdia a paciência, jogava a bebê no chão”, diz mãe de Esther

Difícil pensar que uma mãe possa agredir o seu bebê, quem é mãe sabe que ao olhar para os pequenos a vontade que dá é a de proteger de todos os perigos até que cresçam.

A frase que a mãe da bebêzinha Esther de 6 meses para a agente da Polícia Civil, é realmente chocante, disse a mãe; “Quando ficava sem paciência, jogava a bebê no chão”.

Essa declaração foi feita pela mãe do bebê quando foi presa em flagrante como suspeita de ter cometido maus-tratos contra a própria filha.

Elizana Pereira da Costa, 23 anos e mãe da criança, foi presa juntamente como o marido, que é pai da menina, Anderson Gustavo de Araújo Barbosa, 29. Se condenados podem receber pena de até 30 anos de prisão por feminicídio.

A criança foi levada para o Hospital Materno Infantil (Hmib), mas a pequena Esther não resistiu e morreu.

A delegada da 13ª Delegacia de Polícia informou; “A lei protege a mulher desde o nascimento até a idade mais avançada, por isso foram indiciados por feminicídio. Houve um menosprezo em relação à bebê no âmbito familiar”.

A polícia está colhendo depoimentos da equipe médica que atendeu a bebê e também doa policiais que primeiro se aproximaram dos pais de um amigo do casal, que segundo souberam ajudava a família da menina Esther com recursos financeiros.

Foi verificado que a criança estava com as vacinas atrasadas, só havia tomado duas doses nos seus 6 meses de vida. Os pais não levavam a filha para acompanhamento médico, como é recomendado nessa fase para que o pediatra avalie e acompanhe o desenvolvimento da criança.

Em outubro, na Clínica da Família de Sobradinho, foi feito um atendimento e menina Esther, quando foi constatado perde de peso e deslocamento na clavícula. Evidência de negligência e maus-tratos.

Em nota a Secretaria de Saúde explicou; “Na avaliação clínica realizada por médico de família, foi constatada hematoma na clavícula, segundo a mãe da bebê, ocasionada por queda da banheira. A mãe também se queixou de vômitos em função de refluxo”.

No fim do mês de outubro, a criança foi levada para o hospital após ter parado de respirar quando ainda estava em casa. A equipe médica constatou que Esther tinha queimaduras na vagina, ânus, virilha e rosto da criança, além de lesões antigas já calcificadas.

Veja o que disse o delegado sobre o casal; “Precisamos entender se estamos lidando com monstros ou pessoas que sofrem sérios problemas psiquiátricos”.


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