Primo de jogador morto não acredita em tragédia e causa polêmica durante enterro

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Fica até difícil imaginar a dor dor familiares e amigos que perdem seus entes, ainda mais quando em casos como foi o do incêndio no centro de treinamento do Flamengo, que aparentemente era um ambiente seguro e tranquilo para os meninos que estavam começando suas carreiras no futebol.

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Na última sexta-feira (8), um incêndio atingiu a ala dos alojamentos do centro de treinamento Ninho do Urubu do Flamengo, na região de Vargem Grande no Rio de Janeiro.

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No incêndio, 10 jogadores com idades entre 14 e 17 anos, que atuavam na categoria de base do clube perderam a vida no fogo.

Na tarde do último sábado (9), o corpo de Pablo Henrique, de apenas 14 anos, foi enterrado no Cemitério Municipal São Miguel, em Oliveira, Minas Gerais.

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A família de Pablo está muito abalada. Em entrevista ao MG2, da Globo, Alex Silva, primo do zagueiro, falou sobre esse momento difícil pelo qual os familiares estão passando.

“A gente não queria nem acordar hoje, parecia um pesadelo, ninguém acredita. Um menino que sempre estava presente com a gente enquanto estava de férias. Eu, por exemplo, ia para a casa dele todos os dias, chegava lá jogávamos vídeo game. A gente era muito ligado, é uma perda que não tem nem explicação o que a gente está sentindo”, explicou.

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João Ricardo da Silva, avô de Pablo Henrique, também comentou sobre seu está após a morte do neto. “O coração está massacrado porque a gente esperava tudo de bom que podia acontecer na vida dele e aí acontece essa tragédia. Fica difícil para todo mundo. Ele ia ser uma promessa mesmo, jogava muito bem”, lamenta.

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Outro primo de Pablo, Thales Gomes de Souza não acha que o que aconteceu no Ninho do Urubu foi tragédia. “Foi algo que poderia ter sido evitado e ele podia estar aqui com a gente sendo o que ele sempre foi. Fica na lembrança aquela humildade que só ele tinha, era um menino de ouro, só quem conhecia sabe”, desabafou.

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