Pai e madrasta são presos suspeitos de mat*r, esqu4rt3jar e enterr*r menina dentro de casa

Uma criança de três anos foi encontrada morta em uma residência na região metropolitana de São Paulo em um caso que mobiliza a investigação policial e reacende debates sobre violência intrafamiliar. O pai e a madrasta da menina foram presos suspeitos de envolvimento no crime.

A vítima, identificada como Emanuelly Lourenço Silva Souza, estava sob os cuidados do pai, Lucas Silva Souza, 29 anos, e da madrasta, Manoela Cristina Cesar, 34 anos, no bairro Parque Jandaia, em Guarulhos (SP), quando a situação veio à tona.

Segundo relatos colhidos por conselheiros tutelares que visitaram o endereço após denúncia, a presença da criança era desconhecida do órgão desde setembro, quando supostamente deixou de frequentar convívios familiares com a mãe.

A mãe de Emanuelly havia acionado o Conselho Tutelar ao perceber a ausência prolongada da filha, uma vez que não tinha a guarda da criança há cerca de dois anos devido a um tratamento médico. Essa procura desencadeou a atuação das autoridades.

No primeiro contato no local, a madrasta afirmou aos conselheiros que a menina estaria com a mãe, informação posteriormente contestada pelo próprio pai. Essa divergência motivou novo atendimento das equipes no imóvel.

Ao ser convidado a se deslocar para prestar esclarecimentos na sede do Conselho Tutelar, o pai começou a apresentar contradições em seu depoimento, o que levou à polícia ser informada sobre a situação e acionada para investigar o caso.

Durante a noite, após a presença de policiais militares no endereço, o corpo da menina foi localizado enterrado em um cômodo da casa, dentro da lavanderia indicada pelo pai.

Segundo o boletim de ocorrência, o pai declarou que encontrou a filha sem vida no sofá da residência após deixá-la sob os cuidados da madrasta. Ele afirmou que a mulher teria cometido o homicídio.

Ainda em depoimento, ele relatou que tentou acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), mas teria sido impedido pela madrasta, que teria alegado temor de prisão para ambos.

O pai também afirmou que participou da remoção do corpo para o local onde foi enterrado, mas negou envolvimento na ação descrita pela Polícia, responsabilizando a companheira pela morte da criança.

A madrasta, por sua vez, negou a autoria do homicídio e disse que o pai foi quem teria decidido “desfazer-se do corpo”, sem responder diretamente se agrediu a menina no momento dos fatos.

Em um dos trechos de sua fala, ela disse que não iria comentar sobre a agressão porque “a gente já vai pegar cadeia mesmo”, expressão registrada no interrogatório preliminar.

As circunstâncias em torno da morte e das ações posteriores estão sendo apuradas pela Polícia Civil, que registrou o caso como homicídio e ocultação de cadáver.

O caso segue sob investigação para determinar a cronologia precisa dos eventos e se existem outras pessoas com informações relevantes que ainda não foram ouvidas pelas autoridades competentes.

Autoridades policiais afirmam que a análise pericial no local da ocorrência é parte essencial para confirmar detalhes que corroboram ou refutam as versões dos envolvidos.

A mãe da menina, que não estava sob a guarda no momento do desaparecimento, foi informada pelas equipes envolvidas e permanece colaborando com a investigação.

Especialistas ouvidos por esta reportagem ressaltam que casos de morte de crianças no ambiente familiar demandam apuração criteriosa, resguardando direitos legais e garantindo que a verdade dos fatos seja estabelecida por meio técnico.

O enquadramento legal para homicídio e ocultação de cadáver no Brasil prevê penas severas, especialmente quando as vítimas são menores de idade, o que orienta a prisão preventiva dos suspeitos para garantir a continuidade da investigação.

Organizações que atuam na defesa de direitos da criança destacam a importância de sistemas de proteção mais eficazes e de respostas rápidas diante de sinais de negligência ou desaparecimento de menores.

O caso, que teve repercussão ampla nas redes sociais e entre organizações civis, também reacendeu discussões sobre mecanismos de acompanhamento de guarda e convivência familiar para crianças que vivem em contextos de risco.

A investigação continuará nos próximos dias com a oitiva formal de testemunhas, análise de evidências forenses e eventual encaminhamento do caso ao Ministério Público para medidas judiciais cabíveis.

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