Novo coronavírus é incomparável, diz cientista que ajudou a conter o ebola

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Cientista brasileiro faz um alerta sobre o novo coronavírus e dia que é incomparável.

O cientista de dados, Ricardo Cappra é um profissional experiente quando se trata de contaminação por vírus. Ele esteve na África Ocidental em 2015, no momento em que o  mundo assistia pela TV e noticiários da mídias digitais, os horrores que o ebola provocava.

Em meio a contaminação de um dos piores vírus conhecidos, pelo menos na África, o ebola, Ricardo Cappra atuava juntamente com outros especialistas e a ONU, Organização das Nações Unidas, procurando desenvolver um modo de conter as infecções e tratar das pessoas infectadas.

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Foram mais de 11 mil pessoas de todas as idades que não conseguiram resistir à doença e morreram. Esse é o terrível cenário que o cientista brasileiro esteve ajudando a enfrentar tantos horrores, vendo pessoas morrendo todos os dias pelo surto do ebola.

Com a experiência que possui, o cientista Ricardo Cappra, fundador do Cappra Data Science, está trabalhando com 12 especialistas analisando a situação de pandemia, como foi classificada pela Organização  Mundial de Saúde, OMS, falou sobre o Covid-19 em entrevista a Exame.

“Essa pandemia não se compara em nada com o que observamos no caso do ebola. Estamos tentando analisar, em âmbito global, um vírus que é transmitido por uma gripe, e isso nunca foi feito. É maluco pensar no que está acontecendo”, explica Cappra em um trecho.

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Após 5 anos dos horrores que presenciou, o cientista brasileiro faz um alerta quanto a importância de não subestimar a ação do novo coronavírus. Confira mais informações dadas pelo cientista;

“Não é um projeto específico, mas estamos em contato com várias entidades e fazendo pesquisas para governos e Organização Mundial da Saúde (OMS). Hoje, somos um grupo de 12 pesquisadores olhando para o novo coronavírus e a principal dificuldade que estamos enfrentando é o excesso de informação. É a primeira vez que lidamos com um vírus dessa magnitude e está difícil classificar e organizar os dados mais importantes para fazer uma análise.

Estamos estruturando alguns pilares para ajudar a comunidade de análise de dados, organizando visualizações do cenário atual e montando uma caixa de ferramentas para que os cientistas de dados possam usar isso em locais específicos. Se conseguirmos disponibilizar esse modelo de análise, será possível fazer com que mais pessoas utilizem e avaliem a situação em âmbito local. E nosso foco é justamente o de instrumentalizá-las para que apliquem os insights em suas comunidades.”

“Estamos falando de um vírus que tem as mesmas características do vírus de gripe. É tudo muito novo e, com a dificuldade em estruturar a base de dados, não sabemos para o que iremos olhar: forma de contágio? temperatura? Então, não se compara em nada com a disseminação do ebola. Nem do ponto de vista da opinião pública e nem do ponto de vista do próprio vírus.”

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Fonte: Exame


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Written by SIlvia Jornalista

Professora Silvia, dou aulas no periodo vespertino e escrevo noticias nos sites da rede Maetips. Mãe de dois meninos, Lucas e Renato de 6 e 12 anos. Sejam muito bem vindos.

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