Mulher Engravida 3 anos após Laqueadura, Justiça Ordena Indenização. “É Bem Revoltante” Veja.

A decisão de fazer uma cirurgia de laqueadura é para mulher que já tem muitos filhos. Esse método de evitar futuras gestações sem que para isso ela precise utilizar medicamentos contraceptivos, por exemplo, pílula anticoncepcional, é muito comum no Brasil e o procedimento em geral é realizado quando a mulher dá a luz.

Em geral esse procedimento cirúrgico de laqueadura é realizado com muita segurança, mas em alguns casos raríssimos, ela pode não apresentar a segurança desejada como aconteceu com a auxiliar de limpeza quem mora em Santos, cidade localizada no litoral paulista.

A mulher teve uma grande surpresa quando descobriu uma nova gravidez, ela que é mãe de outros filhos e declarou o motivo de ter feito laqueadura, por não ter condições de sustentar mais um filho, encontrou no procedimento cirúrgico a solução.

A laqueadura dessa mãe foi realizada no ano 2008, para sua surpresa descobriu que estava grávida em 2011.

Até então os sintomas que estava sentindo indicariam gravidez, porém como ela estava ciente da cirurgia e acreditando ter sido bem sucedida, a última coisa que ela pensou, foi a possibilidade de estar esperando bebê, por esse motivo não procurou a rede pública de saúde para fazer o teste de gravidez.

A família não entendeu como pode ter acontecido uma nova gravidez, uma vez que, desde a cirurgia foi realizada não haveria nenhuma chance de engravidar.

Na época em que a auxiliar de serviços gerais fez a laqueadura, ela participou do grupo de planejamento familiar e foi encaminhada pela Policlínica do bairro como candidata a cirurgia após dar a luz ao filho caçula.

O parto e a laqueadura foi realizada no Hospital e Maternidade Municipal Doutor Silvério Fontes. A mulher e o marido moveram ação na Defensoria Pública.

A Justiça entendeu que a ação procede e decidiu em favor da mãe, condenando a Prefeitura Municipal de Santos a indenizar a gestante, pagando R$ 954,00, um salário mínimo. A Prefeitura informou que irá acatar a decisão sem recorrer.

“Nesses sete anos nós passamos por um aperto danado, é bem revoltante”, comentou a auxiliar de limpeza.


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