Modelo que expôs Vini Jr. levou t*ro na cabeça durante sequ3stro

A modelo Day Magalhães revelou ter vivido um episódio traumático que escapou até então das grandes manchetes: ela afirma que foi sequestrada e levou um tiro na cabeça. O relato ganha nova dimensão tendo em vista que Day se tornou conhecida publicamente depois de expor conversas com o jogador Vinícius Júnior (popularmente “Vini Jr.”) e, agora, abre o coração sobre uma violenta experiência de vida.

Em entrevista à revista “Quem”, Day contou que o ocorrido se deu na saída de um show em Itabuna, no estado da Bahia, quando ela estava acompanhada da irmã e alguns amigos. Conforme seu relato, um criminoso os abordou, obrigou-os a entrar em um carro e os fez percorrer diversas localidades da periferia antes de disparar duas vezes contra os ocupantes do veículo.

“(…) um bandido nos abordou e mandou que entrássemos no carro. Ele nos fez rodar por vários lugares da periferia e, em determinado momento, saiu do veículo e efetuou dois disparos: um atingiu a perna do motorista e o outro me acertou na cabeça”, relatou Day.

O carro no qual estavam, segundo ela, capotou em uma ladeira após o tiro perfurar a cabeça dela. A modelo conta que foi socorrida por pessoas à beira da estrada, mas que o atendimento hospitalar inicial subestimou a gravidade do ferimento, acreditando que fosse apenas um tiro “de raspão”.

Após exames mais detalhados, foi descoberto que a bala estava alojada no lado direito da cabeça, acima da orelha. Ela afirma que os médicos disseram que seu tempo de vida era limitado e que sua sobrevivência era improvável. Ainda assim, sobreviveu e não apresenta sequelas visíveis.

“Graças a Deus, sobrevivi e não tive sequelas. Ainda convivo com a bala alojada e faço tomografias a cada sete meses”, disse a modelo, destacando que segue em acompanhamento médico constante.

O episódio ressoa ainda mais quando se considera o contexto em que Day ganhou atenção pública: ao expor mensagens e interações com Vinícius Júnior, gerando ampla repercussão na mídia e redes sociais.

Em coluna de opinião, a modelo afirmou que “nunca busquei fama” ao tornar públicas as conversas com o atleta, dizendo ter tomado a decisão para alertar outras mulheres, e não para manchar carreiras ou gerar escândalo.

No entanto, a revelação de seu sequestro e do tiro abre uma nova camada na narrativa: não se trata somente de polêmica de relacionamento, mas de sobrevivência, risco e impacto pessoal profundo. A mídia especializada ressalta que o caso agora envolve também violência grave e recuperação.

Para especialistas em reportagem de celebridades e violência urbana, tal relato evidencia como figuras públicas podem carregar histórias de vidas invisíveis, muitas vezes ignoradas pela cobertura predominante. A conjunção entre fama nas redes e trauma pessoal cria uma narrativa complexa.

O fato de Day morar atualmente em Milão, na Itália, e estar envolvida na moda internacional dá à história uma dimensão transregional: a trajetória pessoal se mistura com o universo dos influencers, das redes e da superexposição midiática.

A sobrevivência de um tiro na cabeça, segundo ela, despertou uma nova reflexão sobre o valor da vida, a fragilidade da segurança pública e a resiliência individual. No relato, Day menciona ter passado por momentos de pressão intensa após o episódio e destacou a necessidade de cuidar da saúde mental.

Ainda assim, ela diz não ter deixado que o fato determinasse completamente sua vida: “Sempre fui uma pessoa determinada”, afirmou, mencionando que suas escolhas de moradia, estudo e carreira foram feitas com foco em independência e superação.

A revelação vem em meio a debates mais amplos sobre violência contra mulheres, sequestros e ferimentos por arma de fogo no Brasil, onde especialistas apontam que muitos casos acabam sem visibilidade midiática ou desfecho efetivo. A situação de uma modelo com perfil internacional evidencia que a violência atravessa estratos sociais distintos.

Para jornalistas, este tipo de histórico exige responsabilidade: verificar as circunstâncias, respeitar a privacidade da vítima e evitar sensacionalismo. A reportagem precisa equilibrar o interesse público com a proteção de quem viveu o trauma.

A fala de Day, inclusive, ressalta isso: ela não deseja que sua história seja apenas mais uma exposição pública, mas sim um alerta. “Não cito nomes e nem faço difamação”, disse, referindo-se ao episódio de exposição com Vinícius Júnior e à forma como lida com repercussão.

Ainda não se registrou publicamente qual foi o desfecho policial do sequestro, se houve investigação formal, prisão de envolvidos ou processo criminal em curso. A modelo também não detalhou – na entrevista atualmente disponível – estas etapas, o que deixa lacunas na apuração jornalística.

Na esfera das redes sociais, a repercussão do caso ganhou força porque combina elementos de celebridade, relacionamento digital, escândalo e violência extrema. A mistura atrai cliques, mas impõe ao jornalismo o desafio de separar fato de especulação e de não trivializar o sofrimento individual.

De modo geral, o caso de Day Magalhães se torna um exemplo de como a vida pública de alguém pode ocultar eventos dramáticos e subjacentes. A violência que ela relata revela uma realidade que, embora chocante, não é incomum no Brasil – embora nem sempre ganhe essa visibilidade público-massiva.

Em termos de SEO, palavras-chave como “Day Magalhães”, “sequestro”, “tiro na cabeça”, “Vinícius Júnior”, “modelos”, “celebridade”, “violência contra mulheres” e “exposição de mensagens” tendem a capturar o interesse de leitores que acompanham tanto entretenimento quanto temas de segurança pública.

Para o futuro, ficar de olho em eventuais atualizações – como resultado de investigações, novas entrevistas ou desdobramentos jurídicos – será relevante para entender como essa história se desenvolve além do que foi dito até agora.

Por fim, ainda que sobrevida sem sequelas aparentes seja parte do relato de Day, o episódio serve como lembrete de que trajetórias midiáticas muitas vezes escondem feridas profundas. A narrativa pública dela agora amplia o foco da polêmica originária para uma reflexão mais ampla sobre vulnerabilidade, poder, fama e trauma.

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