Incrível! Homem de 60 anos aparenta ser tão jovem que o mundo inteiro quer saber qual é o segredo

Este homem tem 60 anos. Sim, sessenta anos — e agora o mundo inteiro quer saber qual é o segredo. Trata-se de uma curiosidade crescente que mistura saúde, estilo de vida e inspiração: por que algumas pessoas nessa faixa etária parecem irradiar vigor, lucidez e bem-estar extremo? E, mais do que isso, quais são os hábitos que sustentam essa vitalidade quase “sem idade”?

Para começar, é importante lembrar que atingir os 60 anos hoje não equivale mais à aposentadoria da juventude. Muitos sexagenários veem essa fase como uma nova etapa, cheia de possibilidades e projetos. A 60ª primavera pode ser o começo de uma trajetória particularmente saudável e ativa — e não o fim.

Especialistas em longevidade consolidam alguns pilares que ajudam a explicar esse “segredo”: uma rotina de exercício físico consistente, alimentação balanceada, cuidado com a mente e um propósito claro para o dia a dia.

No campo físico, a força muscular se destaca como um elemento-chave. Após os 60 anos, diversos estudos reforçam: manter ou mesmo recuperar massa muscular não é apenas possível, mas fundamental para preservar mobilidade, prevenir quedas e garantir independência.

O personal trainer Aurélio Alfieri, por exemplo,que tem ampla atuação nas redes sociais, ensina justamente como aumentar a força mesmo nessa idade. Ele defende treinos adaptados, executados com segurança e consistência — ele afirma que “o segredo está na constância e em um plano de treino bem estruturado”.

Além do exercício, a alimentação aparece como outro pilar. Dietas ricas em frutas, verduras, proteínas magras e gorduras saudáveis contribuem para reparar e regenerar células, retardar o desgaste e manter o corpo mais resiliente.

Não menos importante é a hidratação: beber água em quantidade adequada ajuda não apenas a manter a pele saudável, mas também a eliminar toxinas e regular o funcionamento geral do corpo.

Há, ainda, um aspecto mental que costuma surpreender. Após os 60, muitos adotam rotinas que estimulam a cognição — aprender algo novo, praticar hobbies, manter a mente ativa por meio de leitura ou cursos. Esses hábitos provocam neuroplasticidade, o que ajuda a preservar a memória e reduzir o declínio cognitivo.

O endocrinologista Fabiano Serfaty vai além: para ele, a longevidade “não está em acumular anos, mas em garantir que esses anos sejam cheios de vida”. Segundo ele, mais do que viver mais, é vital viver bem — com propósito, conexão social e escolhas diárias saudáveis.

Manter relacionamentos é parte desse quadro. Sociabilidade, amigos, hobby em grupo: tudo isso adiciona à qualidade de vida. Ter algo para fazer, alguém para estar, um objetivo para perseguir fortalece o sentido de pertencimento e bem-estar emocional.

O sono também aparece como grande aliado. Apesar das mudanças naturais no ritmo biológico conforme envelhecemos, garantir descanso adequado ajuda a regenerar o organismo, regular hormônios e sustentar a energia para atividades diárias.

A prevenção médica, claro, é central. Aos 60, simplesmente se cuidar deixa de ser opção: consultas regulares, exames preventivos e acompanhamento de saúde são fundamentais para antecipar ou frear possíveis problemas. Especialistas recomendam check-ups com frequência para monitorar pressão, colesterol, glicemia e outros fatores de risco.

Também é preciso lidar com a crença de que “já é tarde para mudar”. Muito pelo contrário: neurologistas e gerontologistas dizem que o cérebro continua plástico, capaz de aprender e se adaptar.

Para muitos, a idade de 60 anos traz uma liberdade nova para redescobrir paixões ou se dedicar a projetos pessoais. Não é raro que pessoas com essa idade voltem a estudar, mudem de carreira, ou criem iniciativas nas áreas que sempre quiseram explorar.

A resiliência emocional faz parte do segredo. Praticar o perdão, cultivar a gratidão e lidar com o passado de forma saudável são atitudes apontadas por especialistas como transformadoras para a paz interior e o equilíbrio mental.

A autoestima também cresce. Ao adotar um estilo de vida saudável e ativo, muitos sexagenários retomam a confiança no corpo, no vigor e na aparência — elementos que reforçam uma autoimagem positiva mesmo com o passar dos anos.

A ideia de que a velhice seria sinônimo de declínio vem sendo desconstruída por exemplos inspiradores. Alguns homens e mulheres com mais de 60 anos assumem rotinas poderosas de treinos, dieta equilibrada e mentalidade de longo prazo — e inspiram outras pessoas a repensar o envelhecimento.

Esse modo de viver está intimamente ligado ao conceito de “healthspan” — tempo de vida saudável —, não apenas ao “lifespan” (tempo de vida em anos). A meta é viver mais, sim, mas com mais qualidade.

Entre esses exemplos, há também celeiros culturais: sessentões que praticam esporte, fazem calistenia, se alimentam bem e mantêm um ritmo mental ativo. Nil Marino, de 61 anos, por exemplo, é modelo e educador físico e afirma que se mantém em forma justamente por seguir esses princípios.

A visão moderna da terceira idade rejeita estigmas antigos. Para muitos, ter 60 não é sinal de declínio, mas de renovação, onde experiência, vigor e sabedoria se combinam.

Por fim, pode-se afirmar: o “segredo” desse homem de 60 anos — e de tantos outros que impressionam — não é mágico nem oculto. É resultado de escolhas diárias, reforçadas pela ciência e por uma mentalidade de cuidar de si para viver com energia, propósito e saúde.

Em outras palavras, a fórmula é simples, mas exige disciplina e consciência. Exercício, nutrição, sono, conexão emocional, propósito: esses ingredientes, bem aplicados, constroem não apenas longevidade, mas uma vida vibrante aos 60 e além.

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