Homem é preso após gravar vídeo onde tortura e espanca a esposa

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A mulher fugiu da cidade onde vivia com medo de ser morta pelo companheiro com quem estava junto há 16 anos.

Na noite desta quinta-feira (17), Antônio Paulo Castilho Cardoso, de 37 anos, foi preso depois de gravar um vídeo onde espanca e tortura a própria mulher em Itaperuna no Rio de Janeiro.

As imagens das agressões foram parar na internet e acabaram viralizando.

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“Ela me traiu. Fez um filho por aí e fala que é meu [em seguida, bate no rosto dela], mas eu amo ela”, diz o agressor.

Ele levou a mulher para uma área afastada, obrigou a mulher a confessar que o traia, e então começou a agredi-la com tapas no rosto e depois batendo com um pedaço de madeira, nas imagens ela está semi-nua.

Em outro vídeo que ele filmou dentro do carro ele a obrigada a citar nomes de homens com quem ela supostamente o teria traído.

Os dois estavam juntos há 16 anos e têm dois filhos.

Ela fugiu da cidade onde morava temendo ser morta pelo marido, mas segundo informações do G1 ela está bem.

O homem teve a prisão temporária decretada pela Justiça e vai responder por tortura e violência contra mulher, segundo a Polícia Civil.

“Com essa prisão temporária de 30 dias a gente vai poder concluir toda a investigação. A vítima vai fazer o exame de corpo de delito e ser ouvida”, disse Rodrigo Maia, delegado titular da 143ª Delegacia de Polícia.

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Ao se apresentar na delegacia com um advogado, ele disse que perdeu o celular e não foi responsável pela exposição dos vídeos na internet, o que configura mais um crime. A polícia não acredita nessa versão.

“Por se tratar de violência doméstica, ela (vítima) tem direito a medida protetiva, de afastamento. Ou seja, ele não vai poder se aproximar dela mesmo depois de solto. Neste momento, a gente não se preocupa muito com isso porque ele está preso. Mas vamos terminar as investigações e estou convicto que vamos conseguir elementos sufucientes para entrar com a denúncia e pedir a prisão preventiva deleo”, afirmou.

Ainda de acordo com o promotor, a relação conjugal entre o suspeito e a vítima é um agravante que será utilizado para aumentar a pena.

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“A forma pela qual a agressão foi feita é bastante atípica e chamou a nossa atenção. Foi por isso que tomamos uma medida drástica para evitar que situações como essa se repitam. Ele filmou o fato, que já é gravíssimo, e ainda divulgou o fato por meio da internet. É uma situação muito grave que deve ser reprimida de forma exemplar”, afirmou Marcos, promotor de Justiça.


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Written by Ana Paula

Jornalista de profissão, e redatora por vocação. Escrevo com prazer tentando passar em palavras, emoções que possam tocar a vida das pessoas. Nas horas vagas mamãe de gatos e degustadora de cafés, que são meus grandes amores.

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