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HOJE: Gatos envenenados e mortos no Carrefour explode nova comoção; ativistas perplexos

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Depois de diversas denuncias de que gatos de rua que viviam no estacionamento de uma loja do Carrefour estavam sendo envenenados, justiça determinou que a empresa não pratique “atos que possam ocasionar o extermínio de gatos eventualmente existentes no interior do supermercado”.

Na última terça-feira (11), 7ª Vara Cível da Barra determinou, determinou que a empresa Carrefour não pratique “atos que possam ocasionar o extermínio de gatos eventualmente existentes no interior do supermercado”.

Isso ocorreu depois que pessoas denunciaram que gatos que viviam no estacionamento do hipermercado Carrefour, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, começaram a aparecer mortos.

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De acordo com publicação feita na  coluna do jornalista Ancelmo Gois , a ação foi proposta pelo Núcleo de Prática Jurídica das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), a pedido da ONG Oito Vidas.

A ação foi movida em setembro, mas só teve decisão agora. E agora ganha uma repercussão ainda maior, depois que o cachorro “Manchinha, foi morto em decorrência de pauladas que levou dentro do Carrefour de Osasco, de um segurança do mercado.

“— Quando fizemos o pedido, a gente nem imaginava que essa poderia ser a política dessa empresa. Entendo que o enquadramento como “crime de maus-tratos com resultado morte”, somente, não é suficiente. Há, sim, e também, a responsabilidade civil do empregador pelos atos dos seus funcionários e prepostos. Cabe também uma ação pleiteando danos morais coletivos, dentre outras providências judiciais”disse o advogado Marcelo Turra, que coordena o Núcleo de Prática Jurídica da universidade.

A ONG informou que no inicio do mês de julho 17 animais sumiram. Isso ocorreu depois de uma “limpeza” que a empresa realizou no local onde os animais ficavam.

Depois corpos de  15 gatos e 2 gambás foram sendo encontrados.

Uma das voluntárias da ONG, levou um dos corpos para exames em 
um laboratório de Belo Horizonte (MG).

O resultado concluiu que a morte se deu por envenenamento por ‘chumbinho’, e a suspeita da ONG é de que o veneno tenha sido dado pelos funcionários do Carrefour.

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Mais de 50 felinos vivam há mais de 5 anos no local, concentrando-se nas ruínas da churrascaria Pampa Grill.

Os animais era cuidados por pessoas do bairro e protetores de animais.

Muitos deles tinham até nomes como, Milly, Tom e Mãezinha. De acordo com a Lei Municipal 4.956/2008, os animais nessas condições são considerados animais comunitários (quando a comunidade alimenta e cuida).

“— A realidade é que estamos diante de vidas não humanas que queremos ver defendidas, consideradas e valorizadas. E mais, animais comunitários, protegidos pela lei. Eu defendo inclusive a prisão preventiva dos responsáveis pelas mortes” completou Marcelo.

Carrefour informou através de nota à imprensa que está em contato com ONGs e pretende desenvolver um programa de ajuda a causa animal.

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“Especificamente sobre o processo em andamento no Rio de Janeiro, no qual fomos citados no dia 12/12, já estamos em contato com a ONG responsável para buscar soluções e desenvolver iniciativas concretas em nossas lojas do estado”, diz um trecho da nota do Hipermercado Carrefour.

O vereador Luiz Carlos Ramos Filho (Podemos), que também é presidente da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara, Se reuniu na tarde desta sexta-feira (14), com grupos de protetores e a direção do Carrefour da Barra, para tratar das denúncias.

Paulo Pianez, diretor de responsabilidade social do Carrefour, procurou a  ortodontista pediátrica Lilian Queiroz, presidente da ONG Oito Vidas, para esclarecer a questão nesta tarde.

“— A reunião foi bastante positiva. Senti verdade na comunicação que ele teve com a gente e vi que eles querem reparar um erro que não foi só deles, mas também do abandono. Ele vai voltar na semana que vem e vai visitar alguns abrigos de animais junto com a gente, além dos trabalhos que fazemos” — informou Lilian.


Gatos foram encontrados mortos no estacionamento do Carrefour da Barra Foto: Divulgação

A gata Milly foi uma das mortas nas ruínas da churrascaria que ficava no estacionamento do hipermercado Foto: Divulgação

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Written by Ana Paula

Jornalista de profissão, e redatora por vocação. Escrevo com prazer tentando passar em palavras, emoções que possam tocar a vida das pessoas. Nas horas vagas mamãe de gatos e degustadora de cafés, que são meus grandes amores.

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