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Fechamento do comércio na cidade SP – Covas

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São Paulo é o estado brasileiro com o maior número de casos confirmados do novo coronavírus, por isso, com a possibilidade das infecções no estado e na capital, se tornar impossível de controlar, foi decretado que todo o comércio precisa ser fechado.

Essa não é uma decisão fácil, mas tem um motivo que supera todas as outras dificuldades, que é a de salvar vidas.

O prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas, se mudou para a Prefeitura Municipal, onde irá permanecer até que a situação contra o Covid-19 esteja sob controle. Por conta disso, o prefeito determinou que, a partir da próxima sexta-feira, 20/03 até o dia 05 de abril, o comércio ficará fechado.

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Todas as lojas poderão continuar realizando vendas em sua lojas virtuais, pela internet, até que a restrição de funcionamento termine.

Covas, anunciou que alguns estabelecimentos comerciais continuarão funcionando, são eles; padarias, farmácias, restaurantes e lanchonetes, supermercados, postos de gasolina, lojas de conveniência e produtos para animais e feiras livres.

A exigência de funcionamento é para que todo o comércio autorizado a permanecer aberto, cuide da distância mínima entre pessoas, principalmente nos bares e restaurantes, orientando se for preciso e evite aglomeração dentro do estabelecimento.

Outra prioridade que os donos desses comércio terão de seguir é a limpeza que não pode ser descuidada.

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) está autorizada a remover o comércio ambulante, camelôs, das ruas por meio das subprefeituras, para quem insistir em trabalhar nessa condição.

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“Todos os dias os casos de coronavírus crescem de 40 a 50% aqui na cidade de São Paulo e isso nos leva a tomar mais medidas para conter a epidemia. Nós estamos entendendo todos os dias como é que a doença se comporta e, baseado nas equipes técnicas, temos ampliados as medidas para segurar o avanço do vírus”, declarou  Covas e explicou;

“Todo mundo vai perder. Nós estamos chamando os empresários donos de shoppings, restaurantes, bares e cinemas para tentar diminuir os prejuízos para todos. Esse R$1,5 bilhão que nós estamos falando diz respeito apenas à receitas de ISS, ITBI e outros impostos que deixarão de entrar nos cofres da cidade por conta da recessão que nós estamos vislumbrando neste ano. Nós já trabalhos com uma possível retração de menos 1% no PIB [Produto Interno Bruto] para 2020, que vai impactar os cofres da cidade de São Paulo”.

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“A ideia é tirar o pico de stress do transporte público no horário de rush e evitar metrôs e ônibus superlotados. Não há medida restritiva ou do poder público que tenha efeito sem a colaboração e responsabilidade de todos os cidadãos. Lavar as mãos deixou de ser um ato de higiene para ser um ato humanitário. Uma necessidade de saúde pública”.

“Não é a medida mais aconselhada do ponto de vista ambiental, mas estamos numa situação de emergência e precisamos diminuir o fluxo de passageiros nos trens, ônibus e metrôs da cidade, até o fim da expansão e do pico da doença, que pode durar até três meses”.

“Não podemos superlotar os hospitais. Os Pronto-Socorros são para atender os casos graves da doença. Procurem uma UBS para receber orientações e acompanhamento médicos”, informou o prefeito de SP.

Fonte: G1


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Written by SIlvia Jornalista

Professora Silvia, dou aulas no periodo vespertino e escrevo noticias nos sites da rede Maetips. Mãe de dois meninos, Lucas e Renato de 6 e 12 anos. Sejam muito bem vindos.

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