Enfermeira é presa por estuprar paciente com paralisia

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A mulher era cuidadora do homem desde 2015, e só foi descoberta depois que o filho da vítima comprou um equipamento para instalar no computador que permitiu que ele se comunicasse com os olhos.

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A mulher de 36 anos, foi presa na última terça-feira (9), depois de ser suspeita de estupro de vulnerável, em Ceilândia no Distrito Federal.

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Segundo informações da polícia, ela trabalhava na casa da vítima como cuidadora no turno da noite, pois ele é totalmente dependente.

O homem de 54 anos, sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA) — que provoca a degeneração progressiva de dois neurônios responsáveis por transmitir os impulsos nervosos do cérebro para o corpo. Em decorrência da doença autoimune, o homem só consegue piscar.  Não fala e nem se alimenta sozinho.

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Ele conseguiu contar os abusos quando seu filho instalou um equipamento que permitiu que ele se comunicasse digitando com o movimento dos olhos.

“A suspeita trabalhava na residência desde 2015, como home care. Confirmamos que a vítima foi estuprada em dezembro de 2018 e em janeiro deste ano. Ela era a enfermeira noturna e responsável por dar o remédio ao homem para que ele conseguisse dormir. Entretanto, ela não dava a medicação, para que ele continuasse acordado e, assim, pudesse abusá-lo sexualmente”, explica o delegado-adjunto Maurício Iacozzilli. 

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“Os estupros aconteciam durante a noite. Ela não dava o remédio que ajudava a vítima a dormir e praticava os abusos. Ela fazia sexo oral nele, o masturbava, o beijava na boca e colocava a mão dele nas partes íntimas dela”, detalhou o delegado ao portal Metropoles.

 “A primeira coisa que ele fez quando a família instalou o equipamento foi denunciar a técnica em enfermagem”, afirmou Iacozzilli ao portal.

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Já em depoimento na delegacia na presença de seu advogado, ela negou o crime.

“A mulher teria chegado a pedir desculpas por tudo, mas, para nós, mudou a versão. Mas com todas as informações coletadas, representamos contra ela”, acrescenta Iacozzilli. 

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Ela foi indiciada pelo crime de estupro de vulnerável e continuará detida até a audiência do caso. Se condenada, pode pegar até 15 anos de detenção.

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