Uma mulher de 63 anos emocionou milhares de internautas ao celebrar de forma intensa a notícia de que estava livre de um câncer que a acometia. A cena ocorreu em um hospital de Palmas, capital do Tocantins, quando a paciente descobriu que o tratamento tinha sido bem-sucedido e que ela não precisaria seguir com quimioterapia.
Moradora de Gurupi, no sul do estado, Maria Aparecida Alves dos Santos dedicou mais de oito meses à luta contra um tumor no ovário, diagnosticado em julho de 2022 após ela procurar atendimento médico devido a dores abdominais persistentes.
Os primeiros exames realizados indicaram um tumor considerável no ovário esquerdo, o que levou os profissionais de saúde a recomendar a realização de uma tomografia para avaliação mais detalhada da condição.
Em dezembro do mesmo ano, Maria Aparecida foi submetida a uma cirurgia para remoção do tumor, seguida da análise laboratorial que confirmou tratar-se de câncer em estágio II.
Após a cirurgia, a mulher seguiu para o setor de oncologia do Hospital Geral de Palmas, onde deu continuidade ao acompanhamento médico e realizou exames de controle.
Na última segunda-feira em que foi divulgada a notícia, a equipe médica apresentou os resultados mais recentes dos exames de imagem e exames clínicos que mostraram ausência de sinais de câncer no organismo da paciente.
A confirmação de cura, comunicada pelos profissionais do hospital, gerou uma reação espontânea e intensa por parte da paciente, que se levantou e começou a correr pelos corredores da unidade.
Nas imagens registradas por familiares, Maria Aparecida aparece sorridente e comemorando de forma efusiva, manifestando sua fé: (“Eu comecei a sentir muitas dores e achei que fosse algo simples, mas quando soube do tumor eu pensei: agora é luta”, disse ela em relato anterior).
Ao ser informada da boa notícia, ela espontaneamente declarou: (“Glória a Deus, glória a Deus!”), expressando gratidão e alívio pelo fim do tratamento sem a necessidade de quimioterapia.
A filha da paciente, Fernanda Alves dos Santos, de 34 anos, acompanhou o momento e gravou a celebração no celular, registrando a emoção da mãe e compartilhando nas redes sociais.
Durante o vídeo, que rapidamente circulou nas plataformas online, Fernanda também demonstrou carinho e apoio, respondendo: (“Te amo, viu, mãe?”), enquanto observava a mãe correr pelos corredores.
A repercussão do registro foi imediata e atingiu milhares de visualizações, com muitos usuários comentando a alegria e a esperança transmitidas pela cena.
Profissionais de saúde ouvidos por esta reportagem ressaltam que momentos de emoção como esse podem ter impacto positivo no bem-estar psicológico do paciente, embora reforcem que a cura é atestada exclusivamente por meio de critérios clínicos e exames confiáveis.
O caso de Maria Aparecida também chama atenção para a importância do diagnóstico precoce e da adesão ao tratamento recomendado, fatores que podem influenciar diretamente prognósticos em doenças oncológicas.
A paciente relatou que manteve uma postura otimista e confiante ao longo de todo o processo, encarando os desafios com determinação e fé, características citadas por familiares como essenciais durante a trajetória de tratamento.
“Em nenhum momento eu desacreditei, falava sempre que estava bem, sempre firme e feliz”, disse ela em depoimento citado por parentes.
A comemoração intensa da cura também trouxe à tona discussões sobre a experiência emocional de pacientes oncológicos em ambientes hospitalares, destacando a complexidade de vivências que vão além do aspecto puramente clínico.
Especialistas em psicologia hospitalar afirmam que celebrações espontâneas podem fortalecer laços familiares e promover um senso de comunidade entre pacientes e profissionais de saúde.
Após a alta, Maria Aparecida pretende retornar à sua rotina em Gurupi e seguir com acompanhamento médico regular para monitorar sua saúde de forma preventiva.
Este episódio socialmente compartilhado reafirma como histórias de superação, especialmente quando documentadas por familiares, podem inspirar outras pessoas que enfrentam desafios semelhantes e incentivar a busca por tratamento adequado.
A celebração registrada em vídeo, portanto, não só marca o fim de um ciclo de tratamento para Maria Aparecida, mas também evidencia a importância de práticas médicas integradas, apoio familiar e resiliência durante enfrentamentos de saúde complexos como o câncer.

