Corpo de mulher é encontrado fora do túmulo: ‘Apavorante’, diz irmã

Um caso terrível chocou a cidade de Gravataí no Rio Grande do Sul, na última segunda-feira (11), quando o corpo de uma mulher que havia morrido no sábado, foi encontrado em uma área verde, fora da cova onde havia sido enterrada.

A mulher de 49 anos, estava seminua, e o corpo foi retirado da cova no cemitério Rincão da Madalena, onde havia sido enterrada no domingo.

Ao ver a cova violada, um rastro com terra e pedaços de tecido (do vestido do cadáver), no chão indicou onde o corpo foi deixado. No local ela estava seminua, e a polícia acredita que o cadáver tenha sido retirado para ser violado sexualmente.

Segundo o delegado Márcio Zachello, o corpo foi levado ao Departamento Médico Legal (DML) para perícia.

“Retiraram o corpo, levaram a uma área verde que pertence à prefeitura e, pelos sinais, há indicativo de que possa ter sofrido algum ato com conotação sexual”, afirma. “Vamos pedir ao IGP (Instituto Geral de Perícias) para complementar os indicativos iniciais.”

 Jaqueline Veras, uma das irmãs da vítima, diz que familiares acharam estranha a forma como a mulher foi enterrada, pois não foi feita uma cova funda.

“A gente achou um pouco estranho porque o caixão ficou acima da terra. Colocaram pouca terra, bem ralinho”, descreve Jaqueline.

Depois já em casa, uma cunhada ligou para ela, dizendo que tinham que ir ao cemitério pois uma ligação anônima teria afirmado que o corpo da familiar não estava mais na cova.

“Fomos todos correndo para o cemitério. Perguntei se sabiam de alguma coisa, e o guarda disse que não. Saí do carro e, em vez de ir na lápide dela, fui em outra, errada. Pensei: ‘Mentira, ninguém mexeu’. Mas meu irmão disse que era outro [túmulo] e, quando cheguei, o corpo não estava dentro do caixão. Estava tudo quebrado”, descreve.

“Quem sabe teria saído, sobrevivido. Na hora, foi uma coisa apavorante”, comenta sobre o que sentiu na hora. “Umas quatro quadras de lápides depois, tinha uma roupa pendurada, e lembrei que era a saia que tinha colocado nela. Fui um pouco [adiante] e vi o corpo dela.”

De acordo com a descrição de Jaqueline, a irmã estava com a parte inferior do corpo despida e as pernas abertas, com as mãos cruzadas sobre o peito, em um “estado lamentável”. Ela não suspeita de furto, já que a irmã não tinha nenhum pertence enterrado com ela.

“Não tinha nada para roubar. Foi violação e abuso”, afirma.

“Pensei que tinha ressuscitado. Quando vimos a roupa, que caímos na real, e soubemos que tinham pegado para abusar.”

O delegado que cuida do caso diz que ainda não há suspeito, mas que quando ele for identificado, responderá por vilipêndio, de cadáver. A pena por este crime varia de um a três anos de prisão.

A prefeitura da cidade pediu explicações da empresa terceirizada que cuida da segurança do cemitério.


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Written by Ana Richa

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