Bombeiros de Brumadinho trabalham com salários parcelados e sem 13º

Nesta sexta feira (01), completa uma semana do rompimento da barragem 1 Mina do Córrego do Feijão em Brumadinho (MG), e o mesmo tempo de um trabalho incessante dos bombeiros e equipes de resgate que são verdadeiros heróis nas buscas pelas vítimas.

Essas equipes de homens incansáveis, estão trabalhando em condições adversas, detritos de rejeito de minério, calor de 30°C, e lama que em alguns pontos é muito mole e chega a 15 metros de profundidade dificultando as operações.

Ao todo, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais destacou um efetivo de 280 homens, que seguem buscando vítimas. Mas uma outra adversidade que poucos sabiam é que os militares trabalham sem receber 13º e com salários parcelados.

Os bombeiros assim como outros servidores de Minas Gerais, estão há quase 3 anos nesse esquema de salários atrasados.

O pagamento do 13º de 2018 ainda não caiu na conta. Sem previsão. Policiais civis e profissionais de saúde da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) enfrentam dificuldade semelhante.

A Associação dos Praças e Bombeiros Militares de Minas Gerais afirmam que o salário inicial na corporação é de R$ 4.088 para soldados. No topo da carreira, somando gratificações e quinquênios, coronéis podem ganhar até R$ 28 mil. E esses servidores têm recebido os salários parcelados desde 2016, com parcelas que variam de R$ 2 a R$3 mil.

A Secretaria de Estado da Fazenda anunciou o pagamento da terceira parcela para cerca de 600 mil funcionários públicos. O governador Romeu Zema (Novo) não deu detalhes de como a remuneração do 13º será feita.



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