EUA matam chefe de facção criminosa classificada como terrorista, e brasileiros cobram que Trump faça o mesmo com facções no Brasil

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O governo dos Estados Unidos anunciou a morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como “Niño Guerrero”, apontado como líder da organização criminosa Tren de Aragua.

A informação foi divulgada pelo presidente Donald Trump, que afirmou que a ação foi realizada por forças americanas em coordenação com autoridades venezuelanas. Posteriormente, órgãos oficiais da Venezuela também confirmaram a morte do chefe da facção durante uma operação conduzida no estado de Bolívar.

Segundo as autoridades americanas, Guerrero era considerado uma das principais lideranças do grupo, que surgiu na Venezuela e expandiu suas atividades para diversos países da América Latina.

O Tren de Aragua é associado por investigações internacionais a crimes como extorsão, tráfico de pessoas, sequestros, lavagem de dinheiro e outras atividades ligadas ao crime organizado.

De acordo com informações divulgadas pelos governos envolvidos, a operação contou com troca de inteligência e cooperação entre Estados Unidos e Venezuela. O Ministério da Comunicação venezuelano informou que houve confrontos com integrantes de organizações criminosas durante a ação, ocasião em que Guerrero foi morto.

Washington classifica o Tren de Aragua como uma organização terrorista estrangeira. A designação faz parte de uma política adotada pelo governo americano para ampliar medidas de combate a grupos considerados responsáveis por atividades criminosas transnacionais.

O anúncio da morte de Niño Guerrero trouxe novamente atenção internacional para o avanço de facções criminosas além das fronteiras de seus países de origem.

Nos últimos anos, autoridades de diferentes nações registraram a presença e a atuação de integrantes do Tren de Aragua em diversas regiões do continente, ampliando investigações e operações de segurança voltadas ao enfrentamento dessas estruturas.

A operação representa mais um capítulo das ações conduzidas contra a organização, considerada uma das mais conhecidas da América Latina. As autoridades americanas e venezuelanas afirmaram que a cooperação entre os dois países foi fundamental para a realização da ação e para a localização do líder do grupo criminoso.

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