“Não tem por que colocar radar, é só para arrecadar dinheiro”, afirmam moradores em protesto ao cobrirem o equipamento com saco plástico.

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Em São Pedro da Aldeia, um controlador de velocidade instalado na RJ-140 gerou reclamações após aparecer coberto por um material que chamou a atenção de motoristas e moradores.

O caso ocorreu em 2013, mas ainda é lembrado na região por envolver discussões sobre a localização e a função dos equipamentos de fiscalização eletrônica nas rodovias.

Segundo relatos de moradores, o radar estava posicionado próximo a uma curva, em um trecho em que a visibilidade seria reduzida para quem trafega pela via.

De acordo com essas manifestações, alguns condutores afirmavam que o ponto exigia redução repentina de velocidade, já que o equipamento poderia ser percebido apenas em cima da hora. Essa situação teria motivado críticas em relação ao posicionamento do controlador.

A presença de radares em rodovias estaduais costuma estar associada a estudos técnicos que levam em conta fluxo de veículos, histórico de acidentes e limites de velocidade estabelecidos para cada trecho. Em situações como essa, a instalação dos equipamentos depende de análises realizadas por órgãos responsáveis pela gestão das estradas.

Na época do ocorrido, o Departamento de Estradas de Rodagem informou que realizava avaliações para revisar a localização dos controladores de velocidade em diferentes pontos da malha viária estadual. O objetivo dessas análises era verificar se os equipamentos estavam instalados de acordo com critérios técnicos definidos para fiscalização de trânsito.

O episódio da RJ-140 passou a ser citado em debates sobre sinalização viária e percepção dos motoristas em relação à fiscalização eletrônica. A discussão envolve aspectos como a necessidade de placas indicativas, visibilidade dos dispositivos e padronização dos limites de velocidade ao longo das vias.

A utilização de radares faz parte das políticas de controle de tráfego adotadas em diversas rodovias, com foco na redução de acidentes e no monitoramento do comportamento dos condutores. A forma como esses equipamentos são posicionados e sinalizados influencia diretamente a compreensão dos motoristas sobre as regras da via.

Casos como o registrado em São Pedro da Aldeia são frequentemente utilizados como referência em discussões sobre engenharia de tráfego e organização do sistema viário.

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