Retomada da Lei Magnitsky contra Moraes só depende do aval de Trump, dizem aliados de Flávio Bolsonaro

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Aliados do senador Flávio Bolsonaro intensificaram, nos últimos dias, contatos e articulações junto ao governo dos Estados Unidos com o objetivo de defender a retomada de sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

As movimentações ocorreram em meio a agendas realizadas por integrantes do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro em Washington, capital americana.

De acordo com informações divulgadas pela Jovem Pan, interlocutores próximos às negociações afirmam que a possibilidade de aplicação de medidas com base na Lei Magnitsky voltou a ser discutida em círculos políticos dos Estados Unidos.

A legislação americana permite a imposição de sanções a indivíduos acusados de envolvimento em violações de direitos humanos ou atos considerados incompatíveis com determinados critérios adotados pelo governo norte-americano.

Segundo fontes citadas pela emissora, a questão já teria avançado nos aspectos burocráticos necessários para uma eventual implementação.

Ainda conforme os relatos, a efetivação da medida dependeria de uma autorização final do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O tema ganhou maior repercussão após reuniões realizadas nesta semana na capital americana. Integrantes do núcleo bolsonarista participaram de encontros e conversas com autoridades e representantes ligados ao ambiente político dos Estados Unidos.

As agendas ocorreram paralelamente a compromissos oficiais e tiveram como foco assuntos relacionados à situação política brasileira e às relações entre os dois países.

Pessoas próximas ao senador Flávio Bolsonaro e ao deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro afirmam que a possibilidade de novas sanções contra Alexandre de Moraes esteve entre os assuntos tratados durante esses encontros.

As conversas teriam ocorrido em diferentes reuniões promovidas por representantes do campo conservador brasileiro que estavam em Washington.

A repercussão do caso gerou debates entre apoiadores e críticos do movimento, além de intensa circulação de informações nas redes sociais. O episódio também voltou a colocar em evidência a Lei Magnitsky, frequentemente mencionada em discussões internacionais envolvendo sanções individuais aplicadas pelos Estados Unidos.

Até o momento, não houve anúncio oficial por parte da Casa Branca ou de órgãos do governo americano confirmando qualquer decisão relacionada à adoção de novas medidas contra o ministro do STF. O assunto continua sendo acompanhado por observadores políticos tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

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