Um vídeo compartilhado nas redes sociais emocionou milhares de pessoas ao mostrar o momento em que um menino de 10 anos toca o sino de um hospital ao lado da mãe, em uma cena que aparentava celebrar a cura de um câncer.
As imagens ganharam grande repercussão na internet e passaram a ser compartilhadas por usuários de diferentes países.
O garoto, identificado como Omar, havia enfrentado um linfoma não-Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema linfático.
No vídeo, ele aparece sorrindo enquanto deixa o hospital acompanhado da mãe, Ghewan Arja. Inicialmente, muitas pessoas acreditaram que a gravação registrava a recuperação definitiva do menino após o tratamento da doença.
No entanto, a mãe revelou posteriormente que a situação era diferente do que parecia nas imagens. Segundo Ghewan Arja, Omar estava em fase terminal e retornava para casa para passar os últimos dias ao lado da família.
Em publicações nas redes sociais, ela contou que decidiu dizer ao filho que ele havia vencido o câncer para que pudesse deixar o hospital acreditando na cura.
De acordo com o relato da mãe, a intenção era proporcionar ao menino um momento de felicidade e tranquilidade durante os dias finais de vida.
Ela afirmou que queria evitar que o filho enfrentasse medo ou sofrimento emocional naquele período. A declaração repercutiu fortemente na internet e gerou grande comoção entre os usuários das redes sociais.
Pouco tempo após deixar o hospital, Omar faleceu em decorrência da doença. A história voltou a circular em diferentes plataformas digitais, onde milhares de pessoas compartilharam mensagens de solidariedade à família.
Além do caso envolvendo Omar, Ghewan Arja também relatou ter enfrentado outras perdas familiares relacionadas a problemas de saúde.
Segundo informações divulgadas por ela nas redes sociais, dois outros filhos também morreram anteriormente.
A história do menino gerou debates online sobre cuidados emocionais em situações delicadas, relações familiares durante tratamentos médicos e as formas encontradas por pais e responsáveis para lidar com momentos difíceis envolvendo crianças gravemente doentes.