María del Carmen García, conhecida como “A Mãe Vingadora”, tornou-se um dos nomes mais comentados na Espanha após um caso ocorrido em junho de 2005, na cidade onde vivia.
Segundo registros do processo, ela reconheceu em via pública Antonio Cosme Velasco, acusado de abusar de sua filha Verónica, então com 13 anos.
O encontro teria acontecido de forma casual, em um momento em que o homem estava em um bar da região. A partir desse ponto, os acontecimentos tomaram um rumo que chamaria atenção nacional e internacional.
De acordo com relatos do caso, María del Carmen entrou no estabelecimento onde ele se encontrava, lançou gasolina contra ele e ateou fogo, afirmando posteriormente que ele nunca seria esquecido.
O ataque resultou em queimaduras graves, atingindo mais de 60% do corpo da vítima. Ele foi hospitalizado em estado crítico e morreu cerca de uma semana depois em decorrência das lesões.
O episódio levou à abertura de um processo judicial contra María del Carmen, que foi julgada e condenada a cinco anos e meio de prisão.
Ela cumpriu a pena determinada pela Justiça espanhola e foi libertada em 2018. Ao longo dos anos, o caso continuou sendo citado em debates públicos e reportagens, sendo frequentemente lembrado em discussões sobre crimes motivados por vingança e reações a situações de violência.
A história também permanece presente em diferentes contextos midiáticos, sendo revisitada tanto em programas jornalísticos quanto em análises criminais.
Mesmo após o cumprimento da pena e o passar do tempo, o episódio segue sendo mencionado como um dos casos mais conhecidos envolvendo reação direta de familiares de vítimas a acusados de crimes graves na Espanha.
Durante o processo judicial, foram apresentados depoimentos, laudos médicos e reconstruções dos fatos, que ajudaram a compor a versão analisada pelos tribunais espanhóis.
O caso também foi acompanhado pela imprensa nacional, gerando ampla cobertura e sendo frequentemente relembrado em discussões sobre segurança pública e respostas sociais a crimes violentos.