O que deveria ser apenas uma consulta de rotina para aliviar um desconforto comum na infância terminou em uma tragédia inesperada na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro, abalando profundamente uma família.
A pequena Aylla dos Santos, com apenas um ano e meio de vida, morreu após atendimento na UPA pediátrica do Cocotá, em circunstâncias que ainda estão sendo investigadas pelas autoridades competentes do estado do Rio.
Segundo o pai da criança, a menina foi levada à unidade de saúde porque apresentava dificuldade para se alimentar, causada pelo desconforto típico do nascimento dos primeiros dentes na fase infantil inicial da criança pequena.
A intenção da família era simples: receber uma medicação leve que ajudasse a aliviar a dor e permitir que a bebê retornasse para casa em pouco tempo após o atendimento médico na unidade de saúde.
No entanto, logo após a aplicação de um medicamento na veia, a bebê apresentou uma piora repentina e precisou ser levada para área de emergência onde recebeu atendimento intensivo da equipe médica local em seguida.
A área conhecida como sala vermelha, destinada a casos de maior gravidade, foi acionada pelos profissionais, mas a criança não respondeu às tentativas de estabilização clínica realizadas no local pelos médicos presentes naquele momento crítico.
De acordo com o relato do pai, os profissionais responsáveis pelo atendimento teriam deixado a unidade de saúde sem assinar o atestado de óbito da criança segundo informações da família enlutada e testemunhas locais presentes.
O caso gerou grande comoção entre familiares e moradores da região, que agora buscam respostas sobre o que realmente aconteceu durante o atendimento da criança na unidade de saúde em busca de esclarecimentos oficiais urgentes.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu investigação para apurar as circunstâncias da morte e já analisa imagens de câmeras de segurança da UPA do Cocotá para esclarecer os fatos com precisão no caso.
Enquanto isso, a família da menina pede esclarecimentos e espera entender qual substância foi aplicada durante o atendimento, buscando justiça e respostas sobre a perda irreparável em meio à dor e ao luto familiar constante.