Irmãs de 7 e 8 anos estupr*d4s pelo pai no Paraná. Estavam em férias escolares na casa dele

Duas irmãs, de 7 e 8 anos, foram vítimas de estupro no Oeste do Paraná enquanto passavam o período de férias escolares na residência do pai. O caso, que veio a público após a atuação da polícia, provocou forte repercussão na região e reacendeu o debate sobre violência sexual contra crianças no ambiente familiar.

De acordo com informações repassadas pelas autoridades, as meninas estavam na casa do genitor em razão do recesso escolar. A permanência no local fazia parte da rotina da família durante as férias, conforme relato colhido no decorrer das investigações.

A Polícia Civil informou que as suspeitas surgiram após indícios de comportamento atípico das crianças, percebidos por pessoas próximas. A partir disso, o caso foi comunicado aos órgãos competentes, que iniciaram diligências para apurar a situação.

Segundo a corporação, as vítimas teriam relatado os abusos durante atendimento especializado. Os depoimentos foram colhidos em ambiente adequado, com acompanhamento de profissionais capacitados, conforme prevê o protocolo de escuta protegida.

O pai das crianças foi apontado como principal suspeito. Ele foi localizado e preso preventivamente após representação da autoridade policial, que considerou a gravidade dos fatos e a necessidade de resguardar a integridade das vítimas.

A Polícia Civil destacou que os crimes teriam ocorrido dentro da residência do investigado, enquanto as meninas estavam sob seus cuidados. O inquérito policial foi instaurado para reunir provas materiais e testemunhais que subsidiem o Ministério Público.

Conforme informado pelos investigadores, exames periciais foram solicitados para confirmar os relatos apresentados. O laudo técnico é considerado peça fundamental para o avanço das investigações e eventual responsabilização criminal.

O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso e garantir a proteção das crianças. As irmãs passaram a receber acompanhamento psicológico e assistência social, com o objetivo de minimizar os impactos emocionais decorrentes da violência.

A polícia reforçou que crimes dessa natureza costumam ocorrer em ambientes de confiança, o que dificulta a identificação precoce. Especialistas alertam que mudanças bruscas de comportamento podem ser sinais de alerta.

No Paraná, assim como em todo o Brasil, o estupro de vulnerável é tipificado no Código Penal quando a vítima é menor de 14 anos. A pena prevista pode ultrapassar uma década de reclusão, especialmente quando há agravantes.

Dados nacionais apontam que a maioria dos casos de violência sexual contra crianças acontece no âmbito doméstico e, frequentemente, envolve pessoas próximas ou familiares. Esse padrão contribui para a subnotificação e o silêncio das vítimas.

A investigação segue sob sigilo para preservar a identidade das meninas, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente. A divulgação de detalhes que possam identificá-las é proibida por lei.

A prisão preventiva do suspeito foi decretada pela Justiça após pedido formal da autoridade policial. A decisão levou em consideração a necessidade de evitar interferências no processo investigativo.

O Ministério Público deverá analisar o inquérito assim que concluído e decidir sobre o oferecimento de denúncia. Caso seja denunciado e condenado, o acusado poderá cumprir pena em regime fechado.

A defesa do investigado não teve posicionamento divulgado até o momento. O espaço permanece aberto para eventual manifestação, respeitando o princípio do contraditório.

A comunidade local demonstrou indignação diante da gravidade das acusações. Organizações voltadas à proteção da infância reforçaram a importância de denunciar qualquer suspeita de abuso.

Autoridades orientam que casos de violência contra crianças sejam comunicados imediatamente aos canais oficiais, como o Conselho Tutelar, a polícia ou o Disque 100. A denúncia pode ser feita de forma anônima.

Profissionais da área de saúde e educação destacam que o acolhimento adequado é essencial para evitar revitimização. A escuta especializada e o suporte contínuo são considerados fundamentais na recuperação emocional.

O caso permanece em investigação, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o andamento do processo. A prioridade, segundo as autoridades, é assegurar a proteção integral das vítimas.

A ocorrência reforça a necessidade de vigilância constante e de políticas públicas eficazes no enfrentamento à violência sexual infantil, um problema estrutural que exige atuação integrada do Estado e da sociedade.

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