Virginia Fonseca, influenciadora digital e empresária, voltou a ser destaque na imprensa brasileira nesta sexta-feira em meio a rumores que surgiram nos dias que antecederam sua estreia como rainha de bateria da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio no Carnaval do Rio de Janeiro de 2026.
Reportagens publicadas por veículos nacionais relataram que, nos dias anteriores à sua primeira apresentação à frente da bateria, a influenciadora teria manifestado interesse em conhecer um terreiro de religião afro-brasileira ou em se consultar com um pai ou mãe de santo, supostamente em busca de proteção espiritual diante da expectativa gerada pelo evento.
Segundo essas matérias, pessoas próximas a Virginia chegaram a comentar que ela “sentiu o clima pesar” e que, por isso, teria sido aconselhada a buscar algum tipo de ritual ou orientação espiritual.
Contudo, a repercussão desses relatos desencadeou uma resposta oficial da família da influenciadora. Nesta sexta-feira, Margareth Serrão, mãe de Virginia Fonseca, utilizou suas redes sociais para desmentir veementemente os rumores sobre uma eventual consulta religiosa ou visita a um terreiro antes do desfile.
Em sua declaração, Margareth classificou as informações como “mentira absurda” e afirmou que a filha “nunca se manifestou interesse em consultar nada disso” que vinha sendo divulgado.
A mãe da influenciadora reiterou que a fé de sua filha estaria firmada em práticas cristãs tradicionais, citando explicitamente a crença em Deus, Jesus e Nossa Senhora Maria como os pilares espirituais buscados pela família.
Margareth também afirmou que respeita todas as religiões, mas que não tolera o que considerou “mentiras inventadas” que, segundo ela, tentavam associar Virginia a práticas que não condizem com sua fé pessoal.
A divulgação desses boatos aconteceu em meio a um contexto mais amplo de atenção da mídia sobre a estreia de Virginia no Carnaval carioca, que incluiu outros temas, como a performance da escola de samba e os contratempos vividos pela influenciadora na avenida.
Na madrugada de terça-feira, 18 de fevereiro, Virginia estreou oficialmente como rainha de bateria da Grande Rio. Durante o desfile, a agremiação enfrentou dificuldades, como problemas com parte da fantasia da influenciadora, que precisou ser retirada no meio da apresentação devido ao seu peso, segundo relatos da imprensa.
Além disso, o tapa-sexo usado por Virginia no desfile chegou a descolar durante sua passagem pela Marquês de Sapucaí, um episódio que também ganhou grande repercussão nas redes sociais e em coberturas jornalísticas.
Apesar desses percalços, a influenciadora expressou gratidão após o desfile, destacando em postagens que viveu experiências intensas, emocionou-se, sorriu, aprendeu e se superou, em uma reflexão pública sobre sua participação no Carnaval.
A Acadêmicos do Grande Rio terminou o Carnaval de 2026 na oitava colocação, ficando fora do tradicional Desfile das Campeãs, algo inédito para a escola nos últimos anos, de acordo com levantamentos das forças de imprensa.
Esses resultados geraram debates nos bastidores da escola e entre comentaristas do Carnaval sobre estratégia, performance e o impacto da estreia de uma figura não tradicional no posto de rainha de bateria.
Em paralelo, circulam nos meios de comunicação especulações a respeito do papel midiático desempenhado por Virginia nos dias que antecederam o desfile, incluindo transmissões ao vivo durante os bastidores da Sapucaí, que, para alguns dirigentes da escola, podem ter influenciado a imagem da agremiação.
Por sua vez, a influenciadora tem mantido sua postura pública de agradecimento e foco em continuar envolvida com o Carnaval. Em outras entrevistas, ela afirmou desejar retornar como rainha de bateria no próximo ano.
Outros personagens do Carnaval também mencionaram a estreia de Virginia, como a atriz e rainha de bateria veterana Viviane Araújo, que em conversa com jornalistas avaliou aspectos técnicos como a escolha da fantasia, sugerindo que ela não teria favorecido a influenciadora pela experiência limitada.
Enquanto isso, familiares e apoiadores seguem acompanhando a repercussão dos acontecimentos, tanto nas redes sociais quanto nos veículos de imprensa, onde as declarações de Margareth Serrão ganharam ampla circulação.
O debate gerado por essa sequência de relatos sobre religião, fé e superstição no contexto de um evento cultural de grande visibilidade reflete a atenção pública que figuras com grande alcance mediático, como Virginia Fonseca, continuam atraindo ao se envolverem com eventos populares e tradicionais.
Analistas e colunistas observaram que a maneira como fatos de ordem pessoal e religiosa são retratados contribui para moldar percepções sobre o papel das influências digitais na cultura do entretenimento e do Carnaval no Brasil.
Ao mesmo tempo, a própria influenciadora postou nas semanas anteriores ao Carnaval outras interações que reforçaram sua relação com diferentes personagens do evento, como a atriz Juliana Paes, com quem compartilhou momentos nos bastidores do Carnaval de 2026.
Diante dessas múltiplas vertentes de narrativa, o episódio envolvendo a suposta intenção de Virginia de buscar um terreiro antes de seu desfile ilustra como informações ainda não confirmadas podem rapidamente se transformar em foco de debates amplos nas mídias sociais e em sites de notícias.

