Urgente! Lula chama Janja de Marisa, falecida há 9 anos

A fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante um compromisso oficial nesta segunda-feira (9) em Mauá, na região metropolitana de São Paulo, tornou-se destaque na cobertura política nacional após um erro de pronúncia envolvendo a primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja. O presidente cometeu um ato falho ao chamar Janja pelo nome de sua ex-esposa, Marisa Letícia, que morreu em 2017, gerando repercussão e comentários em veículos de imprensa e redes sociais.

O episódio ocorreu no contexto de um evento público no Paço Municipal, onde Lula anunciava investimentos federais destinados às áreas de saúde e educação, incluindo recursos para reformar infraestrutura e ampliar serviços de prevenção.

Enquanto ressaltava a importância da realização de exames preventivos, o presidente referiu-se a sua companheira presente na plateia. Foi nesse momento que, ao invés de mencionar Janja, Lula pronunciou o nome “Marisa”, nome de sua ex-esposa com quem foi casado por mais de quatro décadas.

O presidente percebeu o deslize imediatamente e corrigiu a fala, retomando o nome correto da primeira-dama e prosseguindo com o discurso de forma fluida. A correção ocorreu sem interrupções significativas, e a cerimônia seguiu conforme a agenda prevista.

No trecho que circulou em vídeos nas redes sociais e em plataformas de compartilhamento, Lula disse: “Semana que vem, eu vou com a Marisa… com a Janja… e a Janja vai fazer mamografia”, antes de ajustar sua fala para o nome adequado.

Janja da Silva é socióloga e exerce o papel de primeira-dama desde a posse de Lula em 2023. O relacionamento entre os dois começou em 2019, após a saída do então ex-presidente da prisão, e foi oficializado em casamento em 2022.

Marisa Letícia Lula da Silva, por sua vez, foi casada com Lula de 1974 até sua morte em 2017, aos 66 anos, em decorrência de um acidente vascular cerebral. Durante esse período, ela acompanhou grande parte da trajetória política do presidente, inclusive seus dois primeiros mandatos no Palácio do Planalto.

O ato falho rapidamente chamou a atenção de usuários de redes sociais, provocando reação imediata online e impulsionando vídeos e trechos do discurso em diferentes plataformas. Apesar disso, especialistas em comunicação política ouvidos por veículos afirmam que deslizes linguísticos em pronunciamentos são relativamente comuns em discursos públicos prolongados.

No ambiente político, a cena gerou reflexões diversas sobre a memória e a trajetória pessoal do presidente, considerando a longa história de Lula e Marisa Letícia, bem como a presença de Janja ao seu lado durante o atual mandato.

Analistas pontuam que, apesar de o episódio ter recebido ampla visibilidade, ele não interrompeu nem alterou a natureza das mensagens políticas e administrativas divulgadas no evento. Lula manteve o foco nos anúncios de políticas públicas e nos investimentos federais que estavam sendo apresentados à população local.

Responsáveis pela comunicação do Palácio do Planalto não emitiram declarações formais sobre o ato falho até o fechamento desta edição, mas continuam reforçando a agenda de trabalho em diferentes estados do país com a participação das autoridades envolvidas.

Nos últimos meses, o papel de Janja no governo tem sido destacado em entrevistas e declarações públicas do presidente, que costuma mencionar a primeira-dama em temas relacionados a políticas sociais e culturais, nas quais ela atua com protagonismo.

O episódio de Mauá, embora pontual, insere-se em um contexto de ampla cobertura da imprensa sobre as atividades do presidente e sua equipe, incluindo a maneira como suas falas e aparições são percebidas pelo público e pela mídia.

Especialistas em comunicação política destacam que equívocos de linguagem em discursos públicos, quando corrigidos prontamente, tendem a ser vistos pelo público tanto como evidências de espontaneidade quanto como erros sem impacto relevante nas políticas debatidas.

A repercussão nas redes sociais segue com compartilhamentos e debates sobre a confusão de nomes, mas também com apoio de setores que minimizam o ocorrido como um lapso comum em discursos extensos.

A agenda oficial do presidente Lula para esta semana inclui compromissos em outras cidades brasileiras, nos quais ele deve abordar temas correlatos à saúde, educação e infraestrutura, reforçando as iniciativas do governo federal.

Entre analistas políticos, há consenso de que episódios dessa natureza, por mais visíveis que sejam, normalmente não alteram a avaliação geral de políticas públicas, especialmente quando não estão ligados a conteúdos substantivos da gestão.

Até o momento, não há registro de manifestações oficiais de Janja sobre o episódio, e a primeira-dama tem seguido sua agenda de atividades públicas e institucionais previstas para os próximos dias.

Em síntese, o ato falho de Lula ao chamar a primeira-dama pelo nome de sua falecida esposa se transformou em um dos assuntos mais comentados na imprensa e nas redes após o evento em Mauá, refletindo tanto a atenção dada aos gestos dos chefes de Estado quanto a forma como a comunicação política é acompanhada na atualidade.

O episódio deve permanecer no radar de veículos de comunicação, sobretudo em coberturas que analisam a relação entre personalidades públicas, memória política e a percepção pública das figuras envolvidas.

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