O pai m*rreu no elevador da Glória, a mãe ficou em estado grave, a criança ficou ferida – tem 3 anos, não larga o policial que a salvou

No início da noite do dia 3 de setembro de 2025, cerca das 18h04 em Lisboa, um incidente grave abalou turistas e moradores da capital portuguesa. O funicular Ascensor da Glória, um dos cartões-postais da cidade, sofreu um descarrilamento catastrófico que resultou na morte de 16 pessoas e ferimentos em mais de vinte. Essa tragédia tornou-se ainda mais marcante ao envolver uma família: um pai morreu no local, a mãe ficou gravemente ferida e uma criança de apenas três anos foi resgatada em estado delicado.

De acordo com informações preliminares, uma falha no cabo de sustentação teria provocado a queda livre da cabine, que desceu desgovernada pelo trilho antes de colidir com uma estrutura próxima. A força do impacto foi tão intensa que parte da cabine ficou destruída, obrigando equipes de resgate a remover mulheres e crianças dos escombros com equipamentos pesados.

A criança, de nacionalidade alemã, encontrava-se nos braços do pai no momento do acidente. O homem morreu no local em decorrência da gravidade dos ferimentos, enquanto a mãe foi socorrida em estado crítico e permanece internada na capital portuguesa. o médico responsável confirmou que a saúde dela segue delicada e exige acompanhamento especializado.

As autoridades revelaram que o menino sofreu ferimentos leves, como escoriações e sinais de contusão, mas está consciente. Ele passou por exames na unidade de trauma infantil, onde recebeu cuidados emergenciais. Logo após o resgate, o menino demonstrou grande apego ao agente que o salvou, ficando ao seu lado durante todo o procedimento e recusando contato com outras pessoas. Isso foi interpretado por especialistas como uma reação comum em crianças após trauma severo, conhecida como vínculo imediato com quem demonstrou proteção.

Testemunhas relataram cenas de desespero no local. Passantes correram ao auxílio das vítimas, em meio à nuvem de poeira e destroços. “Vi a cabine descendo rapidamente e batendo na parede. Depois, gritos e correria”, disse uma testemunha que preferiu não ser identificada. Em questão de minutos, ambulâncias e polícias de várias corporações chegaram ao local, isolando a área e iniciando o resgate.

Em resposta ao acidente, o governo português decretou luto nacional e determinou uma investigação rigorosa. A cadeia pública Carris, responsável pela operação do funicular, divulgou nota lamentando o ocorrido, mas negou falhas nos protocolos de manutenção. Já representantes de sindicatos do transporte apontaram que havia relatos constantes de problemas de segurança que, na visão deles, foram ignorados.

O descarrilamento teve repercussões imediatas. A prefeitura de Lisboa suspendeu o funcionamento de todos os funiculares na cidade para inspeção e reforço de segurança. O governo também ofereceu apoio logístico aos familiares das vítimas, organizando voos e alojamento para quem precisava repatriar corpos ou acompanhar parentes feridos.

As investigações iniciais apontam para fadiga do cabo como causa mas provável do acidente, mas outras hipóteses, como problemas estruturais ou falhas no sistema de freios, ainda são consideradas. Técnicos do setor ferroviário destacam que o sistema do Ascensor da Glória é antigo e, apesar de passar por manutenção periódica, exige revisões frequentes e detalhadas.

Especialistas em psicologia infantil chamam atenção para os impactos emocionais que o trauma pode causar na criança resgatada. O fato de o menino não ter se separado do policial que o salvou é um sinal de confiança e percepção de proteção. Psicólogos reforçam que esse vínculo imediato é uma resposta saudável à situação de medo e vulnerabilidade, que deve ser acompanhada de perto nas próximas semanas.

O caso também reacendeu o debate sobre a segurança dos transportes urbanos em Lisboa. Habitantes e visitantes exigem explicações e mudanças estruturais para que uma tragédia dessa magnitude jamais se repita. Parlamentares já anunciaram a convocação de autoridades e representantes da Carris para prestar esclarecimentos em audiências públicas.

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