CARAMBA! Homem que se preparava para ser padre e freira se apaixonam e se casam após deixarem a vida religiosa

Seria o amor uma forma de fé?

A história de Laís e Jackson Dognini, de Jaraguá do Sul, provoca essa pergunta com a força serena de quem acredita que destino e escolha podem coexistir.

Antes de se encontrarem como marido e mulher, ambos haviam se consagrado a outra forma de amor — o divino.

Jackson, professor de filosofia, viveu cinco anos no seminário, guiado pelo desejo de servir à Igreja.

Laís, influenciadora digital, passou dois anos em um Carmelo, buscando a vida religiosa e o silêncio do convento.

Dois caminhos que, à primeira vista, seguiam paralelos — cada um voltado à entrega, à renúncia, à contemplação.

Mas a vida, com sua ironia poética, uniu justamente quem havia aprendido a amar o invisível.

Eles se conheceram, tornaram-se amigos, e dessa amizade nasceu algo que nenhum voto poderia conter.

Em abril de 2024, começaram a namorar. Em outubro, ficaram noivos. E, em março de 2025, disseram o “sim” diante do altar.

“Parece pouco tempo”, escreveu Laís nas redes sociais, “mas já somos adultos e sabemos o que queremos da vida.”

O público se comoveu não apenas com a rapidez da história, mas com a serenidade que ela transmite — um amor maduro, sustentado pela fé, não pela pressa.

A publicação viralizou e inspirou milhares de comentários, muitos enxergando ali mais do que um romance: um reencontro espiritual.

“Não foi uma fuga da vocação, foi um reencontro com ela”, escreveu uma seguidora.

Talvez esse seja o ponto mais bonito — compreender que o amor humano, quando vivido com verdade, também é sagrado.

Laís e Jackson lembram que há diversas formas de servir: no púlpito, no silêncio do claustro, ou no cotidiano partilhado de um casamento.

O amor, afinal, não é renúncia, mas comunhão.

E às vezes, Deus escolhe unir duas pessoas justamente para que, juntas, elas descubram que a fé também pode ter rosto, voz e abraço.

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