Ela sente que eles priorizaram a irmã ‘milagrosa’ em seu lugar
O universo dos brinquedos colecionáveis acaba de protagonizar uma história que chamou atenção internacionalmente.
No centro da polêmica está o Labubu — um boneco de pelúcia de aparência curiosa que se tornou verdadeiro objeto de desejo entre crianças e adultos, impulsionando milhões de buscas no Google e fomentando até mesmo um mercado paralelo de réplicas.
O caso veio à tona após uma jovem de 18 anos, residente anônima de uma grande cidade, relatar nas redes sociais um rompimento definitivo com seus pais adotivos.
O motivo central desse rompimento foi a escolha dramática dos responsáveis por faltar à cerimônia de formatura da filha mais velha para garantir à filha biológica, conhecida na família como “Princesa”, um exemplar raro do disputado Labubu.
De acordo com o testemunho publicado no Reddit, a jovem foi acolhida ainda bebê pelo casal, que enfrentava dificuldades para ter filhos.
Oito anos depois da adoção, veio a tão esperada gravidez, e a nova filha logo se tornou o centro das atenções da família.
A adolescente descreve a “Princesa” como protegida, mimada e isenta de limites, sempre alvo das prioridades familiares.
O distanciamento dos pais se agravou ao longo dos anos, mas atingiu o ápice no dia da formatura da jovem.
Na mesma data em que ocorreria o evento escolar, um boneco Labubu raríssimo chegou ao mercado da cidade.
Os pais não hesitaram: faltaram à maior parte da cerimônia para ir pessoalmente buscar o brinquedo, que custou o equivalente a cerca de R$1.750 — quase três vezes o valor do presente dado à filha formanda.
Ferida não só pela diferença material, mas sobretudo pela clara escala de prioridades, a jovem decidiu cortar relação após o ocorrido, recusando até mesmo tentativas posteriores de reconciliação e compensações financeiras.
O episódio desencadeou discussões acaloradas nas redes sociais, levantando dilemas sobre o poder dos objetos de consumo em afetar relações familiares e questionando até que ponto a busca pelo “raro” pode sobrepor a vivência de momentos insubstituíveis.
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